Mobilização das famílias e da sociedade pelo direito de todos e cada um dos brasileiros à educação de qualidade.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Pacto pela alfabetização vai focar no Norte e Nordeste, com inspiração no sucesso do Ceará
Está na meta 5 do Plano Nacional de Educação (PNE) a tarefa de alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do terceiro ano do ensino fundamental. Para alcançar o objetivo, o Ministério da Educação lançou, nesta segunda-feira, 14, um novo ciclo do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), específico para Norte e Nordeste. O foco nessas regiões é baseado nos resultados da última Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA).
O lançamento aconteceu durante encontro dos secretários da educação estaduais do Nordeste, realizado em Fortaleza, e que contou com a presença do ministro Aloizio Mercadante. O Ceará foi o estado nordestino mais bem avaliado na ANA 2014, apresentando os melhores índices de leitura, escrita e matemática. Lá também nasceu o projeto que inspirou a criação do Pnaic.
“Nós montamos o Pnaic inspirados no Ceará, na experiência exitosa do Ceará, iniciada em 2007 com o Pnai (Programa de Alfabetização na Idade Certa, de iniciativa do governo estadual). Naquela ocasião, eu criei a Avaliação Nacional da Alfabetização, um exame universal pra gente saber de todas as crianças de todas as salas de aula. Se elas aprenderam a ler ou não, em que estágio estão, se elas estão escrevendo ou não e se elas dominam as primeiras contas”, explicou o ministro.
O novo ciclo inicia em 2016 e tem três eixos de atuação, que visam reduzir os níveis de analfabetismo e baixo letramento das duas regiões. O primeiro eixo prevê o fortalecimento das estruturas de gestão em nível regional. Serão formadas equipes de coordenação e supervisão para visitar as escolas e acompanhar mais de perto as formações voltadas à alfabetização. Assim, as funções da coordenação local do Pnaic serão ampliadas, vinculando-se às redes de ensino, e as ações do programa serão monitoradas pelas administrações estadual e municipal, por meio do desempenho dos estudantes.
A formação continuada de professores é o segundo eixo de atuação do novo ciclo do Pnaic. Os profissionais receberão materiais de apoio pedagógico, produzidos pelos estados das regiões Norte e Nordeste, em parceria com instituições de ensino superior. O MEC vai participar qualificando e dando apoio à impressão dos conteúdos.
Também serão apresentados ao Ministério planos de formação de professores, desenvolvidos para cada estado pelas instituições de ensino superior, em conjunto com as secretarias de educação e seccionais da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Os planos devem considerar diretrizes pedagógicas vinculadas às políticas de formação das redes de ensino.
O terceiro eixo quer promover a valorização e o reconhecimento de escolas e profissionais mais empenhados com a evolução da alfabetização. Ao mesmo tempo, estabelece um apoio a unidades de ensino com maior dificuldade na superação do analfabetismo e do baixo letramento de seus alunos.
“Nós estamos aqui porque é nossa obrigação dar o melhor para educar as crianças desse país a ler, a escrever, a saber as primeiras contas e nós não podemos descansar enquanto isso não acontecer como direito sagrado de todas as crianças do Brasil”, afirmou o ministro.
Fonte: Portal do MEC
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Parceria entre MEC e CGU promove ética nas escolas com participação da Turma da Mônica
O Ministério da Educação e a Controladoria-Geral da União (CGU) anunciaram parceria para o programa Um por todos e Todos por um! Pela Ética e Cidadania. O termo de cooperação foi divulgado, nesta segunda-feira, 7, durante a entrega dos prêmios da 7ª edição do Concurso de Desenho e Redação da CGU. O projeto tem, ainda, a colaboração do Instituto Maurício de Sousa.
Cerca de 2,5 mil escolas públicas receberão, em 2016, material pedagógico lúdico e educativo sobre temas como responsabilidade social, respeito à diversidade, bem-estar coletivo e democracia. O programa usará quadrinhos da Turma da Mônica, criação do desenhista Maurício de Sousa, especialmente elaborados para o programa. O objetivo é envolver cerca de 250 mil alunos do terceiro, quarto e quinto anos do ensino fundamental, com o objetivo de torná-los cidadãos conscientes, conhecedores de seus deveres e capazes de lutar por seus direitos.
O MEC fará a impressão das cartilhas utilizadas no projeto, além da atualização do conteúdo elaborado pelo Instituto Maurício de Sousa. “Já alocamos, apesar de todo o ajuste fiscal, os recursos necessários pra que esse material chegue às escolas. E eu tenho certeza de que essa participação de vocês vai permitir que o Brasil avance”, disse o secretário-executivo do Ministério da Educação, Luiz Cláudio Costa, para uma plateia de alunos e professores que participaram da premiação da CGU.
Consciência – Além do anúncio da parceria entre MEC e CGU, a premiação do 7º Concurso de Desenho e Redação anunciou os vencedores da competição que teve como tema Pequenas Corrupções – Diga Não!. A disputa, que mobilizou cerca de 500 mil alunos e 17,3 mil professores de todo o país, escolheu os melhores trabalhos entre 12 mil concorrentes.
Um deles foi o jovem carioca Lucas Gomes Teixeira, de 18 anos, premiado na categoria redação 3, voltada para os alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para ele, que ganhou um notebook e o certificado de participação no concurso, escrever sobre o tema foi importante porque o fez enxergar os próprios pequenos deslizes. “Abriu meus olhos para coisas que eu mesmo cometia e achava que eram banais, mas que na verdade têm grande impacto no futuro”, frisou.
Luiz Cláudio Costa lembrou que iniciativas como a do concurso colaboram para um esforço que já vem sendo feito no país, inclusive por meio do fortalecimento de órgãos de controle como a CGU, para acabar com a corrupção. E na educação não é diferente.
“O Brasil vem aumentando cada vez mais o recurso que aplica na educação, hoje já está com 6,2%. E graças ao trabalho da CGU, da sociedade e da disposição desse país, cada vez mais nós temos certeza, e queremos, que esse recurso chegue às escolas, às crianças, que seja utilizado na merenda escolar, no transporte escolar, na construção das nossas creches. Para isso, nós precisamos do diálogo com um órgão que nos auxilie, e a CGU permite que cada vez mais nós, gestores, aprimoremos nossa gestão. Isso tem sido extremamente importante”, destacou o secretário-executivo.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
SASE promove agenda sobre Mobilização Social pela Educação
| Participantes da reunião |
A Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino do MEC (Sase/MEC) realizou, nessa terça-feira (01), reunião de trabalho com lideranças e instâncias representativas do setor educacional sobre a Mobilização Social pela Educação (MSE). Ainda em 2008 o MEC lançou o Plano de Mobilização Social pela Educação e vem estimulando, desde então, a mobilização em prol da melhoria da escola pública, tendo como foco a valorização da educação e o acompanhamento da vida escolar dos estudantes por suas famílias. A Lei nº 13.005/14, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE), por sua vez, reforça a estratégia de mobilizar as famílias e setores da sociedade civil para que a educação seja assumida como responsabilidade de todos, e com o objetivo de ampliar o controle social sobre o cumprimento das políticas públicas educacionais.
| Secretário Binho Marques coordenando a reunião sobre o PMSE |
O objetivo da reunião foi fazer uma escuta qualificada com atores que vem trabalhando o conceito da mobilização social em diferentes regiões para coletar sugestões de aperfeiçoamento do programa no MEC. O intuito é aprofundar as discussões sobre estratégias para estimular a participação da sociedade na educação.
O Secretário da SASE, Binho Marques, abriu e acompanhou toda a manhã de diálogo com os articuladores e colaboradores das atividades nos estados. Para ele, "a mobilização social é uma ação de incentivo à participação da sociedade na educação, por meio de ações dialogadas e consensuadas, que contribuem para o fortalecimento da democracia e que buscam a garantia do direito à educação de qualidade, nesse sentido, a apropriação pelos mobilizadores das metas e estratégias do Plano Nacional de Educação é um trabalho que colabora com a implementação do PNE que prevê acompanhamento e avaliação dos planos de educação pelas diversas instâncias de controle social."
O secretário ressaltou o significado institucional da escuta para coletar sugestões e indicar pontos de dificuldades que precisam ser superados para que a MSE tenha um escopo claro e seja uma agenda nacional.
A presidenta do Fórum Nacional de Conselhos de Educação (FNCE), Suely Menezes, destacou a importância da aproximação entre os diversos atores e os conselhos de educação em torno do conceito da mobilização pela educação. "Os Conselhos de Educação estão revisando e consolidando os seus papéis. As funções de mobilização e articulação são essenciais para as mediações voltadas à garantia do direito à educação", destacou Suely. "Há que se discutir, questionar, articular questões centrais para a agenda educacional. Enriquecer a mobilização a partir da interação com os conselhos e de uma melhor relação com CONSED e UNDIME é algo muito especial. Podemos mergulhar na agenda da mobilização a partir de um desenho que permita mais clareza dos objetivos e articulações múltiplas", complementou a presidenta do FNCE, que se comprometeu a levar a discussão para o FNCE.
A coordenadora da MSE, Ivanete Oliveira, destacou como sendo a primeira vez, nos últimos três anos, que se faz uma reunião tão qualificada e tão ampla com os parceiros, com contribuições tão significativas vindas de diferentes lugares, o que será importante para fortalecer a agenda.
O Assessor Especial, Walisson Araújo, destacou que a reunião com os atores estratégicos da mobilização é mais uma estratégia para que seja construída uma síntese propositiva: "A presente reunião e todas as contribuições oferecidas se somarão aos acumulados da equipe no MEC e aos trabalhos de consultorias, todos aportes fundamentais para conferir maior clareza conceitual e estratégica em torno da MSE e possibilitar maior institucionalidade na agenda. Ao mesmo tempo o envolvimento e uma maior articulação com os conselhos, dirigentes e fóruns de educação só fortalecerá o trabalho", disse. Walisson Araújo também julgou muito convergente a leitura de que é fundamental que os conselhos escolares sejam mais considerados e mais ativados, inclusive com uma maior aproximação com a SEB.
Para Walisson, "o PNE é algo muito central, conquista da sociedade, e que deve ser instrumento de gestão mas, também, de mobilização social. Precisamos envidar esforços para que os desafios educacionais para a década sejam apropriados por todos e cada um, como ferramenta de trabalho, de diálogo e para o exercício do controle social. Popularizá-lo e colocá-lo no centro é um grande desafio", projetou Walisson, da SASE.
O representante da União dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), Elcivan França, sugeriu aproximar os comitês da MSE com os Conselhos Municipais de Educação (CME) que, para ele, contribuirá para uma atuação mais equilibrada entre sociedade civil e governo, em função da mobilização das famílias, que precisam ser valorizadas administrativo e pedagogicamente nos espaços de participação, como nos conselhos escolares e nos CMEs.
Para a procuradora de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e representante da Comissão Permanente de Educação (Copeduc), órgão do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Justiça, Cátia Vergara, "a Mobilização Social deve fortalecer a participação social efetiva das famílias para garantir voz ativa nos momentos de decisão, construindo processos participativos que concretizem a gestão democrática na educação".
O membro do Comitê de Mobilização do Rio Grande do Norte, Geraldo Wanderley, defendeu que os comitês "ampliem os assuntos abordados no diálogo com as famílias", com destaque para o PNE, como também trabalhar para "envolver e comprometer os gestores com a implementação das metas do plano".
Tatiana Capitanio, do Instituto Votorantim, e Valnice Sousa, da Universidade Estadual da Bahia (Uneb), defenderam a ampliação do público alvo do MSE, incluindo crianças e adolescentes, com a utilização de metodologia participativa, com estratégias lúdicas, e o uso das ferramentas virtuais no trabalho de mobilização.
O Secretário da SASE, Binho Marques, encerrou a atividade agradecendo todas as importantes contribuições, reafirmando que será elaborado um bom relatório da agenda que circulará entre os parceiros antes de ser publicado. Também indicou a possibilidade de realização de um encontro ou seminário mais ampliado que possa aprofundar algumas discussões conceituais e avançar na agenda.
Participaram e contribuíram na discussão: Sergio Maia, representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); Denise Andrade, da Associação de Solidariedade Internacional (ESSOR); Romi Bencke, do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), Moacir Tuleski e Elizabeth Pereira dos Comitês de Mobilização do Paraná e de Goiás, respectivamente. Além de representantes das regiões do país que veem desenvolvendo atividades no âmbito do Plano de Mobilização Social pela Educação acompanharam e colaboraram nas discussões o CONSED, representado pela Secretária Fátima Gavioli, e a UNDIME, representada pela Assessora Vanelle Oliveira.
Texto e imagens: Portal do PNE
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sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Reunião discute redimensionamento do Plano de Mobilização Social pela Educação
Representantes de instituições parceiras do Plano de Mobilização Social pela Educação (PMSE) e de Comitês de Mobilização das cinco regiões do País vão se reunir, nesta terça-feira, 1º de dezembro, com o secretário de secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino, Binho Marques (SASE/MEC) e com a coordenação do PMSE no Ministério da Educação, em Brasília. O encontro tem como finalidade construir, coletivamente, propostas para aperfeiçoar e redimensionar a atuação do Plano.
Para a coordenadora do PMSE no MEC, Ivanete Oliveira dos Santos, a reunião é uma oportunidade para renovar o Plano de Mobilização Social pela Educação. “Com sete anos de atuação, o PMSE alcançou diversas localidades e conquistou muitos parceiros, mas sempre é importante avaliar o que estamos fazendo para que possamos avançar ainda mais”, explicou. Além disso, a mudança da Coordenação do PMSE para a Secretaria de Articulação de Sistemas de Ensino (SASE) fez com que o Plano de Mobilização incorporasse novos objetivos e desafios.
“No segundo semestre deste ano, passamos a fazer parte da estrutura da SASE. Nessa transição, para que possamos alinhar o PMSE aos objetivos e temas dessa Secretaria – entre eles, o Plano Nacional de Educação (PNE) –, é necessário realizar um balanço do que vem sendo feito e do que podemos fazer”, complementou a coordenadora.
Por meio do encontro com parceiros e mobilizadores, a equipe do PMSE no MEC busca reunir sugestões e experiências que contribuam para esse redimensionamento do Plano. “Nosso objetivo é promover uma escuta qualificada sobre a agenda de Mobilização Social pela Educação, seus resultados, conteúdos, limites e possibilidades”, apontou Ivanete.
Entre os participantes, estarão presentes na reunião representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), do Instituto Votorantim e da Associação de Solidariedade Internacional (ESSOR). Foram convidados a participar, ainda, membros da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME), do Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED), da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME), do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais (FNCE), e do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).
Para a coordenadora do PMSE no MEC, Ivanete Oliveira dos Santos, a reunião é uma oportunidade para renovar o Plano de Mobilização Social pela Educação. “Com sete anos de atuação, o PMSE alcançou diversas localidades e conquistou muitos parceiros, mas sempre é importante avaliar o que estamos fazendo para que possamos avançar ainda mais”, explicou. Além disso, a mudança da Coordenação do PMSE para a Secretaria de Articulação de Sistemas de Ensino (SASE) fez com que o Plano de Mobilização incorporasse novos objetivos e desafios.
“No segundo semestre deste ano, passamos a fazer parte da estrutura da SASE. Nessa transição, para que possamos alinhar o PMSE aos objetivos e temas dessa Secretaria – entre eles, o Plano Nacional de Educação (PNE) –, é necessário realizar um balanço do que vem sendo feito e do que podemos fazer”, complementou a coordenadora.
Por meio do encontro com parceiros e mobilizadores, a equipe do PMSE no MEC busca reunir sugestões e experiências que contribuam para esse redimensionamento do Plano. “Nosso objetivo é promover uma escuta qualificada sobre a agenda de Mobilização Social pela Educação, seus resultados, conteúdos, limites e possibilidades”, apontou Ivanete.
Entre os participantes, estarão presentes na reunião representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), do Instituto Votorantim e da Associação de Solidariedade Internacional (ESSOR). Foram convidados a participar, ainda, membros da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME), do Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED), da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME), do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais (FNCE), e do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Mobilizadores de Icatu (MA) incentivam envolvimento das famílias e da comunidade na educação
Conscientizar cada cidadão sobre
o valor da educação e sobre o papel das famílias, das autoridades e dos
representantes de segmentos organizados na busca pela garantia do direito de
aprender e de qualidade para o ensino público. Segundo a mobilizadora Lúcia
Vidal, esse é o objetivo das ações desenvolvidas pelo Comitê de Icatu (MA), que
comemorou, no dia 26 de agosto, o seu quarto aniversário.
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| Educadores, alunos e membros da comunidade das escolas da sede e dos povoados de Icatu participaram da passeata e demais ações da IV Semana de Mobilização |
A celebração da data foi marcada
pelas atividades da IV Semana Municipal de Mobilização Social pela Educação, instituída
pela Lei nº 294, de 2012. Durante a Semana, realizada de 20 a 26 de agosto, escolas
da rede municipal e estadual da sede e dos 12 povoados de Icatu promoveram
ações com o objetivo de aproximar as famílias do cotidiano escolar. Visitas às
residências dos alunos, peças teatrais, gincanas, momentos de leitura,
distribuição de prêmios aos familiares mais participantes, exibição de vídeos
educativos, bem como palestras conduzidas por conselheiros tutelares e
mobilizadores sobre a importância da interação família-escola estiveram na
programação das unidades de ensino.
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| Mobilizadores confeccionaram cartazes e faixas com mensagens sobre a importância da interação família-escola |
Para encerrar a Semana de
Mobilização, os membros do Comitê de Icatu organizaram grande passeata pela
cidade maranhense, com a participação de representantes de todas as escolas da
sede do município e da zona rural. Além dos educadores, estudantes e suas
famílias, estiveram presentes na caminhada representantes da Prefeitura
Municipal, da Câmara de Vereadores, da Secretaria Municipal de Educação e das
secretarias de Cultura, Meio Ambiente e Agricultura, bem como lideranças das
igrejas Católica, Assembleia de Deus, Adventista do 7º Dia, Batista Tropical e
Graça e Vida. A passeata contou com a participação, ainda, de membros da
Comissão de Mobilização do Plano Municipal de Educação, do Fórum Municipal de
Educação, do Conselho Municipal de Educação e da Academia de Letras de Icatu.
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| Representantes de diversos segmentos sociais participaram da passeata de encerramento da Semana de Mobilização |
Para a mobilizadora Lúcia Vidal,
a divulgação de mensagens de sensibilização sobre a importância da interação
família-escola-comunidade foi o destaque da caminhada. “Mais uma vez, o ponto
alto da passeata foi a confecção de cartazes com bastantes mensagens reflexivas”,
ressaltou. A mobilizadora também apontou como destaque a biblioteca montada na
praça da cidade que disponibilizava livros para as crianças.
Segundo Lúcia, as ações da Semana
foram bem-sucedidas. “Foi um sucesso. O Comitê agradece a todos os parceiros
nessa luta”, disse.
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sexta-feira, 20 de novembro de 2015
20 de novembro: Dia da Consciência Negra
O dia 20 de novembro foi consagrado como data de sensibilização nacional para conquista de direitos e de valorização da história e cultura da população negra pela Lei 12.519, de 2011. A data lembra o dia em que Zumbi dos Palmares foi assassinado, em 1695.
“O Dia Nacional da Consciência Negra é uma data para reflexão, discussão e para comemorar a presença negra na sociedade brasileira e sua grande participação na constituição do nosso país", declara a ministra das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, Nilma Lino Gomes.
Mais de mil municípios já decretaram o dia de reverência a Zumbi dos Palmares como feriado municipal. Com inúmeras atividades de reflexões, debates e mobilizações, o Dia Nacional da Consciência Negra envolve grande parcela da sociedade brasileira em torno dos ideais de igualdade racial e respeito à diversidade.
“Hoje essa data tem significado mais profundo para a sociedade brasileira. A gente para um momento para discutir os limites e os avanços da superação do racismo em nossa sociedade. É um momento para analisarmos como essas políticas têm avançando ou não para pensarmos em novas ações, tanto nas esferas municipal, estadual e federal, além de outras instâncias”, considera a ministra.
Vídeos estrelados por crianças discutem consciência negra
Uma campanha com sete vídeos que abordam o preconceito circula, nesta semana, no portal do Ministério da Educação, na TV Escola e na Rede Minas. A ação marca a Semana Nacional da Consciência Negra e busca despertar o ambiente escolar para debater a discriminação.
Os recados são dados por crianças de 11 e 12 anos, todas de escolas públicas, que entram em cena para falar de temas como pele, cabelo crespo e políticas. O conceito da ação foi desenvolvido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC. Os vídeos foram realizados pela Rede Minas.
Com informações do Portal da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e do Portal do MEC
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos é divulgada a assistentes sociais de Ilhéus (BA)
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| Participantes da Conferência de Assistência Social em Ilhéus receberam exemplares da cartilha |
As orientações da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos foram
divulgadas aos participantes da X Conferência Municipal de Assistência Social
de Ilhéus, realizada no dia 15 de setembro. A apresentação foi conduzida pelo
integrante do Comitê de Mobilização de Ilhéus, Vandilson Gomes.
Durante sua exposição, Vandilson –
que é coordenador de abordagem do Centro de Referência Especializado para População
em Situação de Rua – destacou a importância de mobilizar a comunidade em prol
de melhorias para a Educação. O mobilizador também conversou com os
participantes sobre o Plano Nacional de Educação e distribuiu exemplares da
cartilha.
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| O membro do Comitê de Mobilização de Ilhéus, Vandilson Gomes (em pé, à direita), divulgou a mensagem da cartilha durante a Conferência |
Além de assistentes sociais, a Conferência
contou com representantes de diversos setores da sociedade. “A Conferência é o
momento de toda a sociedade, sejam os assistidos pelos programas, funcionários,
poder público, membros de associações, discutirem as linhas gerais para o
melhoramento dos serviços prestados”, informou o secretário de Desenvolvimento
Social de Ilhéus, Jamil Chagouri Ocké.
Com informações de Vandilson
Gomes, mobilizador social pela Educação em Ilhéus (BA).
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terça-feira, 17 de novembro de 2015
Contribuições para Base Nacional Comum Curricular podem ser enviadas até 15 de dezembro
O documento de referência da Base Nacional Comum Curricular (BNC) está disponível para consulta pública no site da BNC até dia 15 de dezembro. As contribuições podem ser realizadas de forma individual; por meio das redes, que sistematizam discussões e propostas de professores, comunidade e demais profissionais da educação; e a partir de organizações, como instituições de educação superior e grupos da sociedade civil.
A consulta pública tem como objetivo promover um amplo entendimento, com a participação de professores e estudantes, escolas e secretarias de educação, associações profissionais e sociedades científicas, pesquisadores e pais, sobre os conhecimentos aos quais todos os estudantes brasileiros têm o direito de ter acesso durante a sua trajetória na educação básica. A partir das contribuições oferecidas, o texto preliminar da BNC será revisto para se transformar na proposta final do Ministério da Educação para a Base Nacional Comum Curricular.
O que é a Base Nacional Comum Curricular?
A Base Nacional Comum Curricular (BNC) vai deixar claro os conhecimentos essenciais aos quais todos os estudantes brasileiros têm o direito de ter acesso e se apropriar durante sua trajetória na Educação Básica, ano a ano, desde o ingresso na Creche até o final do Ensino Médio. Com ela os sistemas educacionais, as escolas e os professores terão um importante instrumento de gestão pedagógica e as famílias poderão participar e acompanhar mais de perto a vida escolar de seus filhos.
A Base será mais uma ferramenta que vai ajudar a orientar a construção do currículo das mais de 190 mil escolas de Educação Básica do país, espalhadas de Norte a Sul, públicas ou particulares.
Com a BNC, ficará claro para todo mundo quais são os elementos fundamentais que precisam ser ensinados nas Áreas de Conhecimento: na Matemática, nas Linguagens e nas Ciências da Natureza e Humanas.
A Base é parte do Currículo e orienta a formulação do projeto Político-Pedagógico das escolas, permitindo maior articulação deste. A partir da Base, os mais de 2 milhões de professores continuarão podendo escolher os melhores caminhos de como ensinar e, também, quais outros elementos (a Parte Diversificada) precisam ser somados nesse processo de aprendizagem e desenvolvimento de seus alunos. Tudo isso respeitando a diversidade, as particularidades e os contextos de onde estão.
A Base é uma conquista social. Sua construção é crucial para encontrarmos um entendimento nacional em torno do que é importante no processo de desenvolvimento dos estudantes brasileiros da Educação Básica. Entender seu real significado e participar da sua construção é direito e dever de todos.
Fonte: site da BNC
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Ações de mobilização das famílias e da comunidade pela educação avançam em Itajaí (SC)
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| Educadores, alunos e familiares participaram das ações da Semana Municipal de Mobilização Social pela Educação |
O Comitê de Interação entre
Família, Escola e Sociedade Organizada de Itajaí (CIFESO), com o apoio da
Secretaria Municipal de Educação (SME), vem intensificando as ações de
mobilização das famílias e da comunidade em prol de melhorias para a educação
na cidade catarinense. Por meio do Programa Educação em Família, da SME, o CIFESO
promove mensalmente reuniões com mobilizadores para formação e planejamento de
atividades, que são desenvolvidas nas escolas da rede municipal.
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| Escolas realizaram diversas ações para aproximar as famílias |
Entre as ações realizadas pelo
Comitê e pela SME, estiveram as atividades em comemoração à Semana Municipal de
Mobilização Social pela Educação, instituída pela Lei Municipal nº 6634, de 14 de janeiro de 2015. De 14 a 19 de setembro, as unidades de ensino de Itajaí
promoveram ações de acolhimento aos pais e responsáveis, bem como palestras e
atividades lúdicas com o intuito de aproximar a família e a comunidade da
escola.
Além dos eventos nas escolas, o
Comitê, com o apoio de educadores e alunos, realizou passeatas e blitz
educativas em oito pontos da cidade, dialogando sobre a mensagem da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos
e distribuindo adesivos para serem afixados nos veículos.
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| Blitz educativas fizeram parte da programação da Semana de Mobilização |
“Foram distribuídos
pela cidade três mil cartilhas, cinco mil adesivos pequenos e mil grandes que
foram colocados em carros da população e nos carros oficiais e coletivos de
Itajaí”, conta a presidente do CIFESO, Nádia Regina Machado.
As entidades religiosas de Itajaí
também foram convidadas a se envolver nas ações da Semana. “Foram enviados
ofícios para todas as entidades religiosas pedindo que conversassem com seus
fiéis sobre a importância dos pais acompanharem a vida escolar dos seus filhos”,
apontou Nádia.
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| A mensagem da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos foi levada a diversos pontos da cidade |
A mobilizadora destacou, ainda, a divulgação feita por emissoras
de TV e rádio locais, bem como pela página na internet da Prefeitura de Itajaí,
que produziram chamadas e reportagens sobre a Semana de Mobilização e os benefícios
da interação família-escola.
“Recebemos inclusive uma homenagem da Câmara de
Vereadores pelo trabalho de mobilização de uma cidade
inteira”, relatou a presidente do Comitê.
Com informações de Nádia Regina Machado, mobilizadora social pela Educação em Itajaí (SC).
Com informações de Nádia Regina Machado, mobilizadora social pela Educação em Itajaí (SC).
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