quinta-feira, 1 de março de 2012

Professora goiana é premiada por projeto que incentiva integração com a família

Professora no Centro Municipal de Educação Infantil Colemar Natal e Silva, em Goiânia, há cinco anos, Ângela de Lourdes Rezende e Araújo integra o grupo de vencedores da quinta edição do Prêmio Professores do Brasil. Ela concorreu com o projeto Brincadeiras de Crianças e Possibilidades de Integração com a Família. Desenvolvido inicialmente com 20 alunos da educação infantil, na faixa etária de cinco anos, o trabalho, voltado para o resgate de antigas brincadeiras, atraiu as famílias para a escola.

A professora revela que seu trabalho é todo subsidiado por projetos, originados principalmente dos interesses e necessidades do grupo de alunos. “Ao trabalhar com projetos, tornamos nosso currículo mais dinâmico, rico e significativo”, diz. Para ela, os projetos também permitem que a interdisciplinaridade ocorra de forma natural, além de instigar o interesse das crianças e o engajamento da família nas propostas de trabalho.

Resgate — O projeto premiado resgatou brincadeiras do tempo em que os pais dos estudantes eram crianças, de modo a ampliar o repertório de atividades lúdicas no cotidiano dos alunos. Procurou, também, integrar o estudo da vida e da obra de Cândido Portinari (1903-1962), com suas brincadeiras populares infantis. Uma parceria com a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Goiânia valorizou a prática da inclusão. Outra preocupação do projeto foi a de desenvolver experiências significativas por meio de múltiplas linguagens para incentivar a interação entre as crianças e promover a aprendizagem.

O projeto também valoriza a inclusão de pessoas com deficiência,
em parceria com a Apae (foto: acervo da professora Ângela Araújo)
De acordo com Ângela, foi possível observar, na prática, que o resgate de brincadeiras mais antigas aproximou os pais da escola, abriu espaço para a criatividade e tornou as crianças mais amigas umas das outras. Contribuiu ainda para a valorização de brincadeiras que estavam esquecidas. “Notamos que o projeto permitiu uma prática mais reflexiva, que valorizou o conhecimento de mundo das crianças, de forma que esse conhecimento fosse vivido, sentido, percebido e explorado por meio de situações diversas”, argumenta a professora. Ela conclui que o trabalho permitiu o entrelaçamento entre o brincar, o cuidar e o educar, ao reconhecer a criança como sujeito de direitos com poder de imaginação, fantasia e criatividade. 

Leia mais sobre o projeto da professora de Goiânia no Portal do MEC.

Texto: Fátima Schenini

Programa Comunidade Escola aproxima famílias do ambiente das unidades de ensino em Curitiba

Identidade visual do Programa Comunidade Escola
A importância da participação dos pais na vida escolar dos filhos para a melhoria do aprendizado terá destaque entre os temas da agenda de 2012 do Programa Comunidade Escola, iniciativa desenvolvida pela Secretaria Municipal de Educação (SME) de Curitiba, Paraná. Com esse objetivo, o Plano de Mobilização Social pela Educação (PMSE) coordenado pelo Ministério da Educação (MEC) será divulgado em dois importantes eventos da rede de ensino neste ano.

A primeira exposição sobre a Mobilização Social pela Educação deverá ocorrer nos dias 1º e 2 de junho, durante o VII Seminário e Feira do Empreendedorismo do Programa Comunidade Escola. De 23 a 25 de julho, por sua vez, o PMSE deverá integrar a pauta da Semana de Estudos Pedagógicos ─ Ensino Fundamental e Educação Infantil.

A abordagem sobre o PMSE na agenda do Comunidade Escola ganhou reforço após participação do coordenador geral do Programa, Luciano Martins, no Seminário Internacional de Mobilização Social pela Educação – Interação família-escola-comunidade, evento realizado em 2011, em Fortaleza.

Programa Comunidade Escola


Desafio Xeque-Mate, evento do Comunidade Escola
Por meio das ações do Programa Comunidade Escola, a SME de Curitiba mantém abertas as unidades de ensino da rede nos finais de semana e horários noturnos para facilitar o acesso da comunidade e das famílias dos alunos a atividades educativas, como a alfabetização de jovens e adultos, além de cursos para geração de renda, como artesanato. O espaço da escola também fica aberto nesses períodos para atividades culturais, esportivas, artísticas, de lazer e para promoção da saúde.


As atividades socioeducativas são gratuitas e desenvolvidas nas salas de aula, quadras esportivas e bibliotecas, além de auditórios e laboratórios de informática. Um grupo formado por representantes da comunidade, da escola e da Prefeitura de Curitiba é responsável pelo planejamento das atividades, de modo a garantir o atendimento dos interesses da comunidade. As oficinas de formação são conduzidas por voluntários, instrutores, servidores municipais e estagiários de graduação.


Além de voluntários individuais, o Programa Comunidade Escola conta com a colaboração de representantes do setor empresarial, de universidades e de instituições do terceiro que disponibilizam, entre outros benefícios, conhecimentos, serviços, tecnologias e doações. Esses colaboradores também podem integrar os comitês locais e participar do planejamento e desenvolvimento das ações do programa, incentivando a participação de seus e funcionários e demais membros de suas redes de relacionamento.


“O Programa Comunidade escola é agradável. Por meio dele, posso participar mais ativamente da vida escolar de minha filha que é aluna da Escola Municipal Foz do Iguaçu. Já faz 10 anos que participo como aluna e agora comecei a trabalhar como voluntária, o que vem me trazendo grande satisfação. Aqui eu aprendo e também ensino”, relata Isabel Fátima Campos, membro da comunidade da Escola Municipal Foz do Iguaçu.


Os interessados em colaborar com o Programa Comunidade Escola podem obter mais informações junto à Unidade Gestora do Programa (UGP), pelo telefone (41) 3350-3156.


Acesse o site do Programa e saiba mais sobre o Comunidade Escola.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Estatísticas mostram visitas ao blog em vários países

O Plano de Mobilização Social pela educação continua atraindo o interesse em outros países. As estatísticas consolidadas do Blog da Mobilização no  mês de fevereiro mostram 14.810 acessos, dos quais 1.740  foram provenientes de 9 países da América do Sul, da América do Norte e da Europa. 

O site mse.mec.gov.br  e o blog familiaeducadora.blogspot.com têm sido instrumentos valiosos para registrar e disseminar ações dos mobilizadores em várias partes do país. Eles constituem, hoje, importante fonte de consulta para interessados em participar da mobilização. A equipe do PMSE recebe com frequência notícias de pessoas e instituições que começaram a mobilizar suas comunidades, municípios e redes seguindo as orientações contidas no site e no blog e tendo como inspiração práticas desenvolvidas pelos voluntários da rede.

Cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos é apresentada a comunidade religiosa de Ceilândia (DF)

Fiéis da Igreja Nazareno Ministério Redenção,
em Ceilândia (DF), são apresentados ao PMSE
A comunidade da Igreja Nazareno Ministério Redenção, localizada em Ceilândia, cidade satélite de Brasília (DF), participou de atividade sobre a cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos no último sábado, dia 25 de fevereiro. A apresentação da cartilha e a discussão sobre suas orientações foram realizadas durante o I Encontro de Casais da Igreja, que teve como tema “O seu filho faz parte do seu time familiar”.

A atividade foi conduzida pelo mobilizador Rafael Brasileiro de Oliveira e sua esposa, Soelha Dourado Silva Brasileiro, que expuseram, além da Cartilha, apresentação em Power Point contendo panorama das ações já realizadas no âmbito do Plano de Mobilização Social pela Educação (PMSE), bem como os objetivos e estratégias do Plano.

Encontro contou com atividades lúdicas para orientar sobre
a importância da interação família-escola
Para reforçar o tema do encontro – filho como parte do time familiar –, os mobilizadores pediram aos participantes que fossem com camisetas dos seus times de futebol ao evento. “Por meio da diversão, buscamos mostrar a eles os ensinamentos de Deus, envolvendo tanto o meio espiritual quanto o material, e enfatizando a responsabilidade que os pais têm com seus filhos no que diz respeito ao ensino de qualidade”, relatou Rafael Brasileiro.

O mobilizador destacou também aos participantes a importância de unir toda a comunidade em prol da melhoria da educação. “Com a educação, vivemos o presente e projetamos o futuro. A educação é responsabilidade de todos que estão envolvidos em uma sociedade”, complementou Rafael.

Com informações de Rafael Brasileiro de Oliveira, servidor do Ministério da Educação e mobilizador em Ceilândia (DF).

Territórios de Identidade baianos discutem políticas públicas para crianças e adolescentes

A partir desta quinta-feira, 1 de março, o Conselho Estadual da Criança e do Adolescente (CECA) e a Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes), começam a realizar conferências nos 26 Territórios de Identidade baianos para discutir políticas públicas para crianças e adolescentes no Estado. Três cidades abrem a série de conferências: Livramento, Valença e Jaguaquara, que reunirão profissionais da área e gestores públicos dos territórios do Sertão Produtivo, Baixo Sul e Vale do Jiquiriçá.

Com o tema Mobilizando, implementando e monitorando a Política e o Plano Decenal os encontros têm como finalidade mobilizar governo e sociedade civil organizada para a implementação e monitoramento da política nacional e do plano decenal dos direitos humanos de crianças e dos adolescentes no estado. Os eventos serão preparatórios para a VIII Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, que vai acontecer em Salvador, no período de 01 a 04 de maio, no Centro de Convenções.

“O Brasil firmou sua posição ao declarar crianças e adolescentes como prioridade absoluta e o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) é o instrumento fundamental para o desencadeamento das ações necessárias ao cumprimento desse propósito” informa Angela Gonçalves, superintendente de Assistência Social da Sedes. Para ela, hoje, meninos e meninas são sujeitos de direitos prioritários nas políticas públicas e na destinação privilegiada de recursos públicos.

Na semana que vem, será a vez dos territórios Bacia do Jacuípe, Itaparica, Portal do Sertão, Bacia do Paramirim e Oeste Baiano. Na programação estão previstas apresentações culturais, palestra sobre o tema principal, grupos de trabalhos, discussão e aprovação das propostas, eleição dos delegados, dentre outras atividades.

Fonte: ASCOM/SEDES

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

BA: mobilizadores de Caetité incentivam interação família-escola-comunidade

Mobilizadores Sociais pela Educação do município de Caetité, no Centro-Sul Baiano, definiram um calendário de atividades para este semestre com o objetivo de envolver pais de alunos, educadores e representantes da comunidade em ações que tenham por finalidade melhorar a qualidade do ensino público na cidade. A programação terá início no dia 08 de março, quando o grupo vai reunir pais, diretores e coordenadores de escolas, representantes do Ministério Público e da Vara da Infância e da Juventude, conselheiros tutelares e dos Direitos da Criança e do Adolescente, entre outras lideranças, para discutir a importância da interação família-escola-comunidade.

“Vamos tratar não apenas dos interesses dos alunos, da escola, mas, também, chamar a atenção da família em relação ao seu papel frente à educação”, explica a mobilizadora Katarine Oliveira que prevê, ainda para o mês de março, a formação do Comitê de Mobilização Social pela Educação que deverá atuar na cidade.



No final do mês de abril, a Mobilização Social pela Educação também será integrada aos temas de discussão do projeto Transformar, iniciativa desenvolvida em Caetité por meio de parceria entre as secretarias municipais de Educação, Ação Social e Saúde, além da empresa Bahia Mineração. Para divulgação do tema durante as ações do projeto, os mobilizadores locais articulam junto à empresa a reprodução de filipetas e de exemplares da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos.

Nos dias 02, 03 e 04 de maio, os voluntários de Caetité vão orientar as ações da Semana de Mobilização da Família na Escola, atividade que foi inserida pela Secretaria Municipal de Educação no calendário escolar de 2012 das unidades de ensino da rede.  

Ações orientadas em Oficina de Formação de Mobilizadores

O incentivo à interação família-escola-comunidade em Caetité foi orientado durante a Oficina de Formação de Mobilizadores Sociais pela Educação, capacitação realizada no município, no dia 1º de dezembro de 2011, por meio de parceria entre a Secretaria de Educação local e o Ministério da Educação.

Desde a atividade formação, além de definir o calendário de atividades para o primeiro semestre de 2012, os mobilizadores de Caetité promoveram o Dia da Família na Escola em duas unidades de ensino do município.

Lições da Finlândia para melhorar a educação

Pasi Sahlberg, diretor de um centro de estudos vinculado ao Ministério da Educação da Finlândia, concedeu entrevista ao jornal O Globo, onde diz que  o magistério é a carreira mais popular entre os jovens de seu país e que é fundamental garantir o acesso de todos à educação de qualidade. Ele  teceu vários comentários sobre a reforma educacional finlandesa, que produziu como um de seus resultados a colocação da Finlândia em  3º. lugar no ranking do PISA, programa internacional que avalia estudantes de 15 anos em 65 países.

Destacamos, a seguir, os principais comentários de Pasi Sahlberg para explicar as razões que levaram seu país a mudar radicalmente o panorama da educação:

  • Igualdade de oportunidades de acesso à educação de qualidade. O compromisso da sociedade finlandesa pela igualdade de acesso a uma educação de qualidade foi decisivo. A Finlândia com seus 5 milhões de habitantes não pode perder nenhum jovem. Todos precisam ter uma educação de qualidade. Os pontos fortes do sistema finlandês são o foco nas escolas, para que elas possam ajudar as crianças a ter sucesso; educação primária de alta qualidade, que dê uma base sólida para as etapas seguintes do aprendizado; e a formação de professores em universidades de ponta, que tornaram a profissão uma das mais populares entre os jovens finlandeses.
  • A grande transformação do sistema educacional finlandês. Ela começou no início da década de 1970, quando foi criado o sistema de ensino obrigatório de nove anos. Todas as crianças do país passaram a estudar em escolas públicas parecidas e de acordo com o mesmo currículo nacional. O principal objetivo desse modelo era igualar a oportunidade de acesso a uma educação de qualidade e aumentar o nível educacional da população. A reforma educacional não foi guiada pelo sucesso escolar e, sim, pela democratização do acesso a escolas de qualidade. Esse movimento continuou nos anos 90, com a necessidade de uma população mais preparada para o mercado de trabalho.
  • Sonho finlandês. A Finlândia manteve uma política pública estável desde a década de 70. Diferentes governos nunca tocaram nos princípios que nortearam a reforma, apenas fizeram um ajuste fino em alguns pontos. Essa ideia de uma escola pública de qualidade para todos os finlandeses foi um consenso nacional construído desde a Segunda Guerra Mundial. É o que eu chamo de “sonho finlandês”.
  • A essência do bom ensino e do bom aprendizado. As crianças devem ser vistas como indivíduos que têm diferentes necessidades e interesses na escola. Ensinar deve ser uma profissão inspiradora com um grande propósito de fazer a diferença na vida dos jovens. Infelizmente, esses princípios básicos deram lugar a políticas regidas pelo mercado em vários países. Essa lógica de testar estudantes e professores direcionou os currículos e aumentou o tédio em milhões de salas de aula. A fórmula para uma reforma da educação em muitos países é entender o que é importante na educação.
  • É  importante focar no bem-estar das crianças e no aprendizado da primeira infância. A experiência da Finlândia mostrou que é possível construir um modelo alternativo àquele que predomina nos Estados Unidos, na Inglaterra e em outros países. Mostramos  que reformas guiadas pelo mercado, com foco em competição e privatizações não são a melhor maneira de melhorar a qualidade e a equidade na educação.É  importante focar no bem-estar das crianças e no aprendizado da primeira infância. Só saudáveis e felizes elas aprenderão bem. A Finlândia mostrou que igualdade de oportunidades também produz um aumento na qualidade do aprendizado. É preciso que o Brasil combata essa desigualdade de acesso. Só um plano de longo prazo para a educação e compromisso político possibilitarão que os resultados sejam alcançados.
  • Professores são profissionais de alto nível, como médicos ou economistas. Eles precisam de uma sólida formação teórica e treinamento prático. Em todos os sistemas educacionais de sucesso, professores são formados em universidades de excelência e possuem mestrado. O salário dos professores deve estar no mesmo patamar de outras profissões com o mesmo nível de formação no mercado de trabalho. Também é importante que professores tenham um plano de carreira, com perspectivas de crescimento e desenvolvimento.
  • O magistério é uma das profissões mais populares entre os jovens finlandeses. Todo ano, cerca de um a cada cinco alunos que terminam o ensino médio tem a carreira como primeira opção. Há dez vezes mais candidatos para programas de formação de docentes para educação infantil do que vagas nas universidades. A Finlândia tem o privilégio de poder controlar a qualidade dos professores na entrada e depois garantir que só os melhores e mais comprometidos serão aceitos nessa profissão nobre.
  • Tecnologia é parte das nossas vidas e é usada nas escolas finlandesas. Professores na Finlândia usam tecnologia para ensinar de maneiras muito diferentes. Alguns a utilizam muito e outros raramente. Aqui a tecnologia é uma ferramenta, mas o foco continua sendo na pedagogia entre pessoas, sem tecnologia. A tecnologia não deve guiar o desenvolvimento educacional e, sim, ser uma ferramenta como várias outras.

Piso nacional de professores tem aumento de 22,22%

O Ministério da Educação  anunciou o valor do piso nacional  para os professores,  que passará dos   atuais R$ 1.187,08 para R$ 1.451,00, o que corresponde a um aumento de  22,22%. 

O reajuste do piso está amparado no artigo 5º da Lei 11.732, de 16 de junho de 2008 e foi  calculado com base no crescimento do valor mínimo por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) entre 2011 e 2012. Dessa forma, nenhum professor da educação básica, que esteja efetivamente em sala de aula e com jornada de 40 horas semanais, poderá ganhar menos do que esse valor.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Escolas de Almirante Tamandaré (PR) incentivam participação das famílias no cotidiano dos alunos

Com o intuito de conscientizar a comunidade sobre a importância da participação das famílias na vida escolar dos alunos, a Secretaria Municipal de Educação (Smec) de Almirante Tamandaré (PR) vem promovendo uma série de palestras sobre o tema “Família que protege” nas escolas da cidade. Nesta segunda-feira, 27 de fevereiro, a atividade será realizada na Escola Municipal Bortolo Lovato e contará, ainda, com a presença de familiares de alunos e educadores do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Octacília Betes Chimelli e do Colégio Estadual Professora Angela Sandri Teixeira.

Até o fim de março, a Smec programa estender o projeto a mais 12 escolas públicas da cidade. As exposições são conduzidas pela doutora em pedagogia, Ângela Mendonça, que também assessora o Centro de Apoio às Promotorias da Criança e do Adolescente do Ministério Público do Paraná.

Ainda nesta semana, as escolas municipais Ipê e Ângela Misga de Oliveira vão sediar palestras sobre o tema “Família que protege”, nos dias 29 de fevereiro e 1º de março, respectivamente. Nessas unidades de ensino, também serão envolvidos representantes das comunidades do CMEI Pequeno Principe e do Colégio Estadual Vila Ajambi.

No dia 23 de fevereiro, a exposição semelhante incentivou a aproximação entre familiares e educadores da Escola Municipal Alexandre Perussi. A atividade também contou com a participação de membros do CMEI Bonfin e da Escola Municipal Professora Mirta Naves Prodócimo.

Escola Municipal Clair do Rocio Sandri

Abertura do projeto Família que Protege na
EM Clair do Rocio Sandri
O lançamento do projeto “Família que protege” foi realizado no dia 15 de fevereiro, na Escola Municipal Clair do Rocio Sandri, localizada no bairro Tanguá. 

Durante o evento, o secretário municipal de Educação de Almirante Tamandaré, Romildo de Brito, reforçou a importância da participação dos pais  na trajetória de estudos dos filhos. Ele também destacou o valor  da disseminação dos conteúdos abordados pela professora Ângela Mendonça nas palestras, como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “Ao conhecer um pouco sobre o ECA, os pais poderão tomar consciência a respeito dos direitos e deveres contemplados no documento e sobre a importância de se tornarem parceiros da escola”, ponderou o secretário. 

O lançamento contou com a participação de pais de alunos da Escola Estadual Professor Alberto Krause e da CMEI Professora Regina Olandoski Wolf, além de representantes das secretarias municipais de Educação e Saúde.

Leia mais sobre as palestras do projeto Família que Protege de Almirante Tamandaré.

Com informações de Anna Paula Wolf Fontoura, membro do Comitê de Mobilização de Almirante Tamandaré.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

MA: Mobilizadores de Santa Inês incentivam interação família-escola em Olho d’Água das Cunhãs

Banner de divulgação da Oficina em Olho d'Água das Cunhãs
Mobilizadores Sociais pela Educação que atuam no município maranhense de Santa Inês vêm empenhando esforços para alcançar mais famílias de cidades da região com a mensagem da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos. Com esse intuito, os voluntários santa-inesenses promoveram Oficina de Formação de Mobilizadores em Olho d’Água das Cunhãs, com o apoio da Secretaria Municipal de Educação local.

Educadores participaram da atividade de formação
A atividade reuniu cerca de 200 professores da rede municipal de Olho d’Água e teve como resultados a elaboração de Plano de Ação que será implementado em todas as escolas públicas da cidade e a constituição de grupo que conduzirá as ações de incentivo à interação família-escola-comunidade. A secretária de Educação de Olho d’Água das Cunhãs, Kátia Cilene, mostrou-se entusiasmada com o trabalho de mobilização das famílias. “Estamos dispostos a executar um projeto de mobilização em cada escola do município”, afirmou a secretária.

As exposições da Oficina foram conduzidas pelas mobilizadoras e professoras de Santa Inês Linete de Jesus Colares, Elisabeth Silva e Antônia Matias em parceria com a secretária de Educação de Olho d’Água das Cunhãs. A Oficina contou, também, com apresentações de professores da cidade.

Com informações de Linete de Jesus Colares Nogueira, mobilizadora em Santa Inês (MA).