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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Prêmio Paulo Freire seleciona experiências em formação de professores

http://www.pasem.org/pt/competi%C3%A7%C3%A3o/Estão abertas até 15 de janeiro de 2014 as inscrições para o I Concurso de Experiências Inovadoras na Formação Docente – Prêmio Paulo Freire. A premiação é iniciativa do Programa de Apoio ao Setor Educacional do Mercosul (Pasem).

O concurso tem como objetivos compartilhar as práticas realizadas e estabelecer códigos comuns para ampliar o direito à educação e à integração na região e criar um banco de experiências. Podem apresentar propostas os coordenadores de cursos de formação inicial de docentes, equipes institucionais ou interinstitucionais e os gestores de instituições envolvidas com a formação docente e gestão de políticas de inovação destinadas à formação de professores. 

Nessa primeira edição do Prêmio Paulo Freire, vão ser avaliadas experiências nas áreas de acompanhamento de novos docentes, ensino de ciências, alfabetização, impacto das tecnologias nos diferentes aspectos vinculados ao ensino e à aprendizagem. Serão selecionadas 10 experiências, cujos autores, além da condecoração do Prêmio Paulo Freire, vão receber materiais didáticos e equipamentos no valor de até 3.000 euros.

Sobre o Pasem

O Pasem é uma ação conjunta entre Mercosul e União Europeia, com foco no papel da educação nos processos de integração da região. Seu objetivo é contribuir para a melhoria da qualidade da educação, por meio do fortalecimento da formação de docentes na Argentina, no Brasil, no Paraguai e no Uruguai.

Acesse a página do Pasem na internet.

Com informações do Portal do MEC.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

BH comemora no Parque Municipal o Dia de Mobilização Social pela Educação

Apresentações do Dia de Mobilização
Os municípios de Belo Horizonte (MG), Pindamonhangaba (SP) e Capivari de Baixo (SC), e o estado do Rio Grande do Norte escolheram o dia 19 de setembro, data de aniversário do educador Paulo Freire, para comemorar o Dia ou a Semana Municipal de  Mobilização Social pela Educação. Todos programaram atividades em locais abertos, como praças públicas e entorno das escolas, para chamar a atenção da sociedade em relação à importância da  participação de todos nos esforços para melhorar a qualidade de nossa educação.

Mobilizadores Sociais pela Educação  de BH
Em Belo Horizonte, as comemorações começaram no domingo, dia 18. O comitê de mobilização local programou várias oficinas, peça de teatro, exibição de corais e músicas para movimentar um amplo espaço do Parque Municipal, local onde tradicionalmente muitas famílias vão passear no domingo. Foi uma festa só, atraindo famílias, crianças e curiosos que passavam pelo local e paravam para saber o que estava acontecendo. Uma festa e tanto, mostrando que educação se faz também fora da escola e que para a educação melhorar todos devem participar.

Comitê de Mobilização de BH
Em barracas, voluntários deram oficinas de pintura, desenho e outras atividades artísticas para crianças, enquanto em outras havia corte de cabelo, penteados, aulas de maquiagem. Em uma das barracas um grupo de voluntários explicava aos interessados o que era a Mobilização Social pela Educação e cadastrava os interessados em aderir à mobilização. No palco, grupos se revezavam apresentando músicas e danças.




Para refletir e lembrar Paulo Freire e o significado de eventos como esse:

 “Ah, a rua! Só falam de tirar as crianças da rua.
Para sempre? Eu sonho com as ruas cheias delas.
É perigosa, dizem: violência, drogas...
E nós adultos, quem nos livrará do perigo urbano?
De quem eram as ruas? Da policia e dos bandidos?
Vejo por outro ângulo: um dia devolver a rua
às crianças ou devolver as crianças às ruas;
ficariam, ambas, muito alegres” (Paulo Freire)

Acesse aqui outras imagens do Dia de Mobilização Social pela Educação em Belo Horizonte.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Visitas de professores fazem com que alunos e pais sintam-se em casa


The Boston Globe, 23/10/2009

James Vaznis
A menina já estava de pijama quando os seus professores do jardim de infância chegaram em uma noite límpida, neste mês, trazendo presentes: um livro de colorir, um quadro para escrever e uma sacola cheia de ímãs revestidos de plástico com formato de letras do alfabeto. Mas Megan Coyne, de três anos de idade, não sentiu-se tentada pelos presentes. Tomada de uma timidez súbita, ainda que passasse seis horas por dia com as professoras, a garota ficou no vestíbulo, atrás da mãe, com os braços apertados em torno das pernas desta. "O seu pijama está cheio de desenhos de sapos", disse com um sorriso tranquilizador a sua professora, Pam Richardson, da Escola Piloto da Academia Lee, no bairro de Dorchester, em Boston. "Megan não comeu muito no almoço. Ela estava com fome quando veio para casa?". Richardson faz parte do grupo de dezenas de professores da escola primária e secundária de Boston e Springfield que estão visitando as famílias dos alunos neste ano, com o objetivo de encorajar a participação voluntária dos pais nas reuniões da escola e o envolvimento com a educação das crianças em casa, bem como de acabar com qualquer concepção errônea que pais e professores possam ter uns em relação aos outros.

A prefeitura de Boston, que está trabalhando em parceria com a Universidade Harvard, deu início ao seu programa dois anos atrás e o expandiu para cinco escolas de ensino fundamental. A iniciativa surgiu após o exemplo de Springfield, que há cerca de cinco anos criou - como parceria entre o sindicato municipal dos professores, uma escola de segundo grau e o Projeto Vale Pioneiro - um grupo de organização de comunidades que trabalha em contato próximo com os pais. O programa encontra-se atualmente ativo em sete escolas, incluindo uma de segundo grau. O alcance do programa - que neste ano chegou a várias centenas de famílias - faz parte de uma estratégia nessas duas cidades para reverter uma tendência de redução da participação dos pais. Em ambos os distritos, os pais raramente aparecem nas reuniões da organização de pais e alunos, conferências de professores e outras atividades em várias escolas. Em alguns casos, eles estão ocupados demais, trabalhando em vários empregos, não têm transporte para ir até à escola ou sentem-se intimidados para falar com os professores devido à baixa instrução ou a uma experiência ruim pela qual passaram quando eram alunos. Em Boston, muitos pais que cresceram durante o período tumultuado do "forced busing" (política que obrigava crianças de um determinado bairro a matricularem-se em escolas de outra região para que se atingisse um "equilíbrio racial" nessas instituições) mantêm-se distantes das escolas por terem ressentimento, ou até mesmo desconfiança, em relação ao sistema. As visitas são também elaboradas de forma a esclarecer os professores - muitos dos quais moram fora das cidades e podem ter falsas impressões sobre os bairros nos quais os alunos moram -, possibilitando que observem os estilos de vida que as crianças têm em suas casas. Os professores de Boston recebem US$ 60 (R$ 104) por visita, e os de Springfield aproximadamente US$ 30 (R$ 52). "Essas visitas eliminam o ciclo de desconfiança que ocorre entre os educadores e as famílias", afirma Linnette Camacho, coordenadora de educação familiar das escolas de Springfield. Embora nenhuma das duas cidades tenha realizado um estudo formal sobre a eficácia do programa, os organizadores afirmam que professores e diretores observaram que houve um aumento da participação dos pais nas escolas e que as notas dos alunos também têm aumentado. As autoridades escolares de Springfield sentem-se tão encorajadas que estão criando uma proposta de expansão do programa para outras escolas municipais. Algo que ajudou essa iniciativa foi a criação da Associação Nacional de Educação, o poderoso grupo sindical de professores de âmbito nacional, que forneceu ao distrito uma verba para planejamento de US$ 50 mil (R$ 86 mil) - o primeiro passo para o fornecimento de US$ 1,25 milhão (R$ 2,2 milhões) para a expansão do projeto. "Os professores percebem que o envolvimento dos pais é fundamental para melhorar o desempenho dos alunos", diz Tim Collins, presidente da Associação Educacional de Springfield. "Creio que há muitos dados que demonstram que quando os pais estão engajados, os alunos têm mais sucesso na escola". Boston e Springfield basearam seus programas em um outro que teve início há mais de uma década em Sacramento, e que elevou os índices de presença e as notas dos alunos, reduzindo, ao mesmo tempo, as suspensões e os casos de vandalismo escolar.

Em Boston, o programa faz parte de uma iniciativa mais ampla chamada Three-to-Third, uma colaboração entre a prefeitura, o Departamento Escolar e a Escola de Pós-Graduação em Educação da Universidade Harvard para conseguir fazer com que todos os alunos estejam lendo e compreendendo textos até o final da terceira série. A Universidade Harvard está oferecendo treinamento para as visitas domiciliares e organizou grupos e pesquisas sobre o programa. A universidade está prestes a dar início a um estudo mais amplo dos resultados do programa. Geralmente os professores introduzem a ideia de uma visita enviando aos pais uma carta que dá a estes uma mensagem de boas-vindas à escola. Alguns telefonam para os pais, em vez de enviar-lhes uma carta. Mas eles não batem à porta de nenhuma família sem avisar. A família Coynes foi pega meio de surpresa ao receber um convite antes do início do ano escolar feito pela futura professora da sua outra filha, Mackenzie, que é gêmea de Megan. "No início eu fiquei meio cético", diz David Coyne, que atendeu o telefonema. "Parecia que se tratava de algo do tipo 'Grande Irmão' - o governo - investigando para ver se éramos bons pais".

Mas segundo ele a visita correu bem. A professora jamais se comportou como inspetora de bem-estar infantil. Ela não caminhou pela casa com um caderno na mão, rabiscando observações durante o percurso. Na verdade os professores são instruídos a deixarem cadernos de anotações no carro. Em vez disso, professores e pais simplesmente conversam, e frequentemente pergunta-se aos pais que esperanças e sonhos eles têm em relação aos filhos. Assim, quando Richardson chegou algumas semanas mais tarde com a sua assistente, Misheka Barrosy, os Coyne sentiram-se como profissionais. Eles encomendaram pizzas e todos sentaram-se à mesa da cozinha, conversando sobre como estava sendo o ano escolar. Os Coyne tiveram um começo meio conturbado na escola. Inicialmente, apenas a matrícula da filha Mackenzie foi aceita, o que obrigou Megan a retornar a um jardim de infância particular que os pais acreditavam que contava com um programa de qualidade inferior. Foi difícil para Kellyann Coyne ver as gêmeas separadas com tão pouca idade durante as primeiras semanas de escola. E Megan continuou vindo da escola particular para casa com os mesmos projetos de casa que as gêmeas haviam feito um ano antes.

Os Coyne ficaram tão frustrados que chamaram relutantemente um corretor de imóveis para visitar a casa no mês passado, já que estavam pensando em mudarem-se para os subúrbios da cidade. No entanto, uma hora depois, a Academia Lee telefonou avisando que havia uma vaga na turma de Richardson. O número de Megan finalmente fora contemplado na lista de espera, nove meses após ela ter sido inscrita. "Boston conta com o melhor programa educacional para crianças pequenas", explica Kellyann Coyne, tendo à sua frente, do outro lado da mesa, as duas professoras. "Eu sabia que as garotas apresentariam bastante desenvolvimento nessa escola... Estou entusiasmada com o progresso delas". Após conversarem durante mais de uma hora à mesa, os Coyne mostraram a casa de dois andares às professoras. Aproximadamente às 20h45, cerca de duas horas e 15 minutos após terem chegado - as professoras decidiram ir embora. A mãe caminhou até a frente da casa com elas, e o papo continuou. Tradução: UOL

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Participação dos pais na educação dos filhos é discutida em Angola


A participação da família no desenvolvimento escolar das crianças é uma preocupação em todo o mundo. Em novembro do ano passado, a Fundação Eduardo dos Santos (FESA), fundação apartidária que atua nas áreas técnica, científica, cultural e social de Angola, realizou no país a XII Jornadas Técnico-científicas.

O tema foi discutido no workshop “Aceleração Escolar e o papel dos pais na educação das crianças”, que aconteceu simultaneamente nas províncias da Lunda do Norte, Cabinda, Cunene e Luanda, em Angola.

Dirigido a professores, administradores de escolas e autoridades educacionais, o workshop debateu o “Programa de Alfabetização e Aceleração Escolar”, lançado pelo Ministério da Educação de Angola, que prioriza a inclusão no sistema de ensino de pessoas a partir dos 12 anos.

O programa foi desenvolvido no intuito de promover a alfabetização e a recuperação do atraso escolar de adolescentes, jovens e adultos com dificuldade de aprendizagem.

A discussão chamou a atenção para a importância dos pais no sucesso escolar das crianças. A Angola tem tido grandes dificuldades para fazer com que eles participem do desenvolvimento escolar dos filhos. “Muitos pais e responsáveis abdicam do seu papel e entregam toda a responsabilidade da educação à escola”, afirmou Laudimira de Souza, porta-voz do encontro em Luanda, capital do país.

Na cidade de Dundo, na Lunda do Norte, a especialista brasileira Nilde Fonseca exemplificou o tema com a experiência vivida no bairro do Campo Limpo, na Zona Sul de São Paulo, onde a educação se divide em ciclos e as decisões são tomadas em conjunto com o conselho da escola, uma instância deliberativa composta por pais, alunos, docentes e equipe de apoio e administrativa. “Nesta Instância, discutimos o projeto pedagógico, a aplicação das verbas públicas, o número de alunos por sala, o funcionamento da secretaria, as melhorias para a comunidade, enfim, tudo o que é pertinente à educação”, lembrou Nilde.

Assim, o encontro ressaltou a necessidade da ajuda dos pais e responsáveis, que desempenham um papel indispensável no desenvolvimento da criança na sala de aula, dando suporte às iniciativas do governo angolano em busca da melhoria da educação no país.

Fonte: Revista Angola Hoje, Ano 9 – edição Especial: XII Jornadas Técnico-Científicas da FESA

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Tendências: o impacto da informática nos sistemas educacionais

AULA DE RUPTURA

Pesquisas atuais mostram que, em aproximadamente 10 anos, a maioria das aulas será online e os alunos trocarão os livros didáticos por conteúdos digitais, como está acontecendo com jornais e revistas. Softwares estão sendo criados para auxiliar no ensino de conteúdos formais, como álgebra. Uma pesquisa da NYU concluiu que os alunos que aprenderam com o software, ao invés de com a aula presencial, obtem resultados 20% superiores. Escolas inovadoras estão utilizando celulares para enviar notícias, resumos de aulas e desafios surpresa, motivando a participação dos alunos nas aulas e na vida escolar.

Há algum tempo, os sistemas educacionais no mundo convergem para um modelo parecido e apresentam problemas semelhantes: a difícil penetração de novas tecnologias, o conservadorismo de professores e gestores, a desmotivação dos alunos, a politização excessiva de sindicatos, universidades e professores, a falta de infra-estrutura adequada, etc. Em qualquer país do mundo, há a escola como um prédio quadrado, dividido em salas de aula, que são centralizadas nos professores. O livro Disrupting Class, de Clayton M. Christensen, argumenta que o processo de busca por soluções para a educação não é eficiente se começamos olhando para os problemas atuais.

Para ler o resto do texto, acesse: http://www.rafaelparente.blogspot.com/

terça-feira, 21 de abril de 2009

Semana de Ação Mundial de Educação para Todos 2009


Campanha importante da UNESCO. Participe!


Você sabia que no mundo existem 776 milhões de adultos que não podem ler este texto nem sabem escrever?
E que mais de 14 milhões estão no Brasil?

Se você quer ajudar a mudar esta realidade participe do movimento da
Semana de Ação Mundial de Educação para Todos 2009 (20 a 26 de abril) e assine um manifesto internacional por mais comprometimento e investimento na Educação de Jovens e Adultos.

Clique aqui e adicione a seu nome no Movimento “A Grande Leitura”.

domingo, 7 de setembro de 2008

UNESCO comemora Dia Internacional da Alfabetização

Dia 8 de setembro é o Dia Internacional da Alfabetização. A Unesco está comemorando mundialmente a data com o tema “A alfabetização é o melhor remédio”. Baseada em estudos que apontam a maior vulnerabilidade do analfabeto a doenças, a mensagem relaciona a melhor saúde do indivíduo com sua capacidade de ler e escrever.

No Brasil, a data é lembrada por uma animação produzida pela UNESCO no Brasil com versões em português, espanhol, inglês e francês. Em Porto Alegre, o Painel Relato de uma Experiência do Rio Grande do Sul com Alfabetização de Jovens e Adultos apresentará ações do Projeto Alfabetiza Rio Grande, realizado em parceria da Secretaria Estadual de Educação do Estado com a UNESCO, entre 2003 e 2006. Em mensagem sobre a data, o diretor-Geral da UNESCO, Koichiro Matsuura, destacou o impacto positivo da educação na saúde. “Uma pessoa analfabeta é mais vulnerável a ter problemas de saúde e é menos provável que ela busque assistência médica para si mesma, sua família ou sua comunidade.”

Em comemoração ao Dia Internacional da Alfabetização (08 de setembro), a UNESCO no Brasil lançou uma campanha para promover a alfabetização. Você também pode participar, divulgando as animações abaixo, de apenas 10 segundos e disponíveis em quatro línguas, em mídias tais como sites, blogs e TVs.


http://www1.unesco.org.br/diadaalfabetizacao/portugues.swf

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Ministério da Educação do Peru lança cartilha para os pais

O CONIC enviou para o blog um importante material que vale a pena conhecer.

Manual para os pais” oferece dicas práticas sobre como ajudar os filhos no desempenho escolar
Ciente da responsabilidade dos pais na educação de crianças e adolescentes e da necessidade de a escola envolver a família no processo ensino-aprendizagem, o Ministério de Educação da República do Peru lançou um “Manual para os pais” ajudarem os filhos a triunfarem na escola. O guia lista o que as crianças devem aprender na escola em cada fase - nas áreas de comunicação, matemática e desenvolvimento pessoal e social. Além disso, fornece dicas para melhorar a qualidade da participação de pais e mães no processo educacional.
Veja algumas sugestões do Manual para enriquecer o relacionamento família-escola em benefício dos filhos:
1- Saiba com os professores o que as crianças e adolescentes vão aprender e quais atividades vão realizar durante cada período escolar.
2- Reserve um espaço confortável para que a criança ou adolescente estude e faça suas tarefas escolares. Que tenha mesa e cadeiras próprias para este fim, que seja um espaço iluminado e ventilado, limpo e bem organizado.
3- Estabeleça uma rotina de horários que inclua o momento de levantar-se e deitar-se, alimentar-se, fazer as tarefas de casa e da escola, ver televisão, usar o computador, brincar com os amigos, e descansar.
4- Separe um momento especial do dia para compartilhar com seus filhos. Responda suas perguntas, mostre interesse ao que ele ou ela diz, faça perguntas que os estimulem a continuar conversando, demonstre desejo de saber sobre o que gostam e do que não gostam, indague sobre quem são seus melhores amigos, busque soluções para os problemas, converse animadamente sobre o que ele ou ela fez na escola naquele dia, oriente sobre o uso adequado da Internet, os programas de TV e os excessos com videogame.
5- Brinque com seus filhos. Procure, através das brincadeiras, aprofundar o que eles estão aprendendo na escola, estimule competições saudáveis do tipo: quem termina primeiro de comer, quem se lembra de mais palavras que começam com “a” ou coisas assim.
Conheça a íntegra do Manual(em espanhol) acessando o site

http://www.agenciasoma.org.br/arquivos/PaisEscolasFilhosEmEspanhol.pdf