terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Pacto pela alfabetização vai focar no Norte e Nordeste, com inspiração no sucesso do Ceará

Está na meta 5 do Plano Nacional de Educação (PNE) a tarefa de alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do terceiro ano do ensino fundamental. Para alcançar o objetivo, o Ministério da Educação lançou, nesta segunda-feira, 14, um novo ciclo do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), específico para Norte e Nordeste. O foco nessas regiões é baseado nos resultados da última Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA).

O lançamento aconteceu durante encontro dos secretários da educação estaduais do Nordeste, realizado em Fortaleza, e que contou com a presença do ministro Aloizio Mercadante. O Ceará foi o estado nordestino mais bem avaliado na ANA 2014, apresentando os melhores índices de leitura, escrita e matemática. Lá também nasceu o projeto que inspirou a criação do Pnaic.

“Nós montamos o Pnaic inspirados no Ceará, na experiência exitosa do Ceará, iniciada em 2007 com o Pnai (Programa de Alfabetização na Idade Certa, de iniciativa do governo estadual). Naquela ocasião, eu criei a Avaliação Nacional da Alfabetização, um exame universal pra gente saber de todas as crianças de todas as salas de aula. Se elas aprenderam a ler ou não, em que estágio estão, se elas estão escrevendo ou não e se elas dominam as primeiras contas”, explicou o ministro.

O novo ciclo inicia em 2016 e tem três eixos de atuação, que visam reduzir os níveis de analfabetismo e baixo letramento das duas regiões. O primeiro eixo prevê o fortalecimento das estruturas de gestão em nível regional. Serão formadas equipes de coordenação e supervisão para visitar as escolas e acompanhar mais de perto as formações voltadas à alfabetização. Assim, as funções da coordenação local do Pnaic serão ampliadas, vinculando-se às redes de ensino, e as ações do programa serão monitoradas pelas administrações estadual e municipal, por meio do desempenho dos estudantes.

A formação continuada de professores é o segundo eixo de atuação do novo ciclo do Pnaic. Os profissionais receberão materiais de apoio pedagógico, produzidos pelos estados das regiões Norte e Nordeste, em parceria com instituições de ensino superior. O MEC vai participar qualificando e dando apoio à impressão dos conteúdos.

Também serão apresentados ao Ministério planos de formação de professores, desenvolvidos para cada estado pelas instituições de ensino superior, em conjunto com as secretarias de educação e seccionais da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Os planos devem considerar diretrizes pedagógicas vinculadas às políticas de formação das redes de ensino.

O terceiro eixo quer promover a valorização e o reconhecimento de escolas e profissionais mais empenhados com a evolução da alfabetização. Ao mesmo tempo, estabelece um apoio a unidades de ensino com maior dificuldade na superação do analfabetismo e do baixo letramento de seus alunos.

“Nós estamos aqui porque é nossa obrigação dar o melhor para educar as crianças desse país a ler, a escrever, a saber as primeiras contas e nós não podemos descansar enquanto isso não acontecer como direito sagrado de todas as crianças do Brasil”, afirmou o ministro.

Fonte: Portal do MEC

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Parceria entre MEC e CGU promove ética nas escolas com participação da Turma da Mônica

O secretário-executivo Luiz Cláudio Costa e o ministro
 da CGU, Valdir Moysés Simão, e o presidente do
 Observatório Social, Ney da Nóbrega Riba, recebem
Maurício de Sousa e seus personagens
(Foto: Isabelle Araújo/MEC)
O Ministério da Educação e a Controladoria-Geral da União (CGU) anunciaram parceria para o programa Um por todos e Todos por um! Pela Ética e Cidadania. O termo de cooperação foi divulgado, nesta segunda-feira, 7, durante a entrega dos prêmios da 7ª edição do Concurso de Desenho e Redação da CGU. O projeto tem, ainda, a colaboração do Instituto Maurício de Sousa.

Cerca de 2,5 mil escolas públicas receberão, em 2016, material pedagógico lúdico e educativo sobre temas como responsabilidade social, respeito à diversidade, bem-estar coletivo e democracia. O programa usará quadrinhos da Turma da Mônica, criação do desenhista Maurício de Sousa, especialmente elaborados para o programa. O objetivo é envolver cerca de 250 mil alunos do terceiro, quarto e quinto anos do ensino fundamental, com o objetivo de torná-los cidadãos conscientes, conhecedores de seus deveres e capazes de lutar por seus direitos.

O MEC fará a impressão das cartilhas utilizadas no projeto, além da atualização do conteúdo elaborado pelo Instituto Maurício de Sousa. “Já alocamos, apesar de todo o ajuste fiscal, os recursos necessários pra que esse material chegue às escolas. E eu tenho certeza de que essa participação de vocês vai permitir que o Brasil avance”, disse o secretário-executivo do Ministério da Educação, Luiz Cláudio Costa, para uma plateia de alunos e professores que participaram da premiação da CGU.

Consciência – Além do anúncio da parceria entre MEC e CGU, a premiação do 7º Concurso de Desenho e Redação anunciou os vencedores da competição que teve como tema Pequenas Corrupções – Diga Não!. A disputa, que mobilizou cerca de 500 mil alunos e 17,3 mil professores de todo o país, escolheu os melhores trabalhos entre 12 mil concorrentes.

Um deles foi o jovem carioca Lucas Gomes Teixeira, de 18 anos, premiado na categoria redação 3, voltada para os alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para ele, que ganhou um notebook e o certificado de participação no concurso, escrever sobre o tema foi importante porque o fez enxergar os próprios pequenos deslizes. “Abriu meus olhos para coisas que eu mesmo cometia e achava que eram banais, mas que na verdade têm grande impacto no futuro”, frisou.

Luiz Cláudio Costa lembrou que iniciativas como a do concurso colaboram para um esforço que já vem sendo feito no país, inclusive por meio do fortalecimento de órgãos de controle como a CGU, para acabar com a corrupção. E na educação não é diferente.

“O Brasil vem aumentando cada vez mais o recurso que aplica na educação, hoje já está com 6,2%. E graças ao trabalho da CGU, da sociedade e da disposição desse país, cada vez mais nós temos certeza, e queremos, que esse recurso chegue às escolas, às crianças, que seja utilizado na merenda escolar, no transporte escolar, na construção das nossas creches. Para isso, nós precisamos do diálogo com um órgão que nos auxilie, e a CGU permite que cada vez mais nós, gestores, aprimoremos nossa gestão. Isso tem sido extremamente importante”, destacou o secretário-executivo.

Acesse a página do Concurso de Desenho e Redação

Fonte: Portal do MEC

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

SASE promove agenda sobre Mobilização Social pela Educação

Participantes da reunião
A Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino do MEC (Sase/MEC) realizou, nessa terça-feira (01), reunião de trabalho com lideranças e instâncias representativas do setor educacional sobre a Mobilização Social pela Educação (MSE). Ainda em 2008 o MEC lançou o Plano de Mobilização Social pela Educação e vem estimulando, desde então, a mobilização em prol da melhoria da escola pública, tendo como foco a valorização da educação e o acompanhamento da vida escolar dos estudantes por suas famílias. A Lei nº 13.005/14, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE), por sua vez, reforça a estratégia de mobilizar as famílias e setores da sociedade civil para que a educação seja assumida como responsabilidade de todos, e com o objetivo de ampliar o controle social sobre o cumprimento das políticas públicas educacionais.

Secretário Binho Marques coordenando
a reunião sobre o PMSE
O objetivo da reunião foi fazer uma escuta qualificada com atores que vem trabalhando o conceito da mobilização social em diferentes regiões para coletar sugestões de aperfeiçoamento do programa no MEC. O intuito é aprofundar as discussões sobre estratégias para estimular a participação da sociedade na educação.

O Secretário da SASE, Binho Marques, abriu e acompanhou toda a manhã de diálogo com os articuladores e colaboradores das atividades nos estados. Para ele, "a mobilização social é uma ação de incentivo à participação da sociedade na educação, por meio de ações dialogadas e consensuadas, que contribuem para o fortalecimento da democracia e que buscam a garantia do direito à educação de qualidade, nesse sentido, a apropriação pelos mobilizadores das metas e estratégias do Plano Nacional de Educação é um trabalho que colabora com a implementação do PNE que prevê acompanhamento e avaliação dos planos de educação pelas diversas instâncias de controle social."

O secretário ressaltou o significado institucional da escuta para coletar sugestões e indicar pontos de dificuldades que precisam ser superados para que a MSE tenha um escopo claro e seja uma agenda nacional.

A presidenta do Fórum Nacional de Conselhos de Educação (FNCE), Suely Menezes, destacou a importância da aproximação entre os diversos atores e os conselhos de educação em torno do conceito da mobilização pela educação. "Os Conselhos de Educação estão revisando e consolidando os seus papéis. As funções de mobilização e articulação são essenciais para as mediações voltadas à garantia do direito à educação", destacou Suely. "Há que se discutir, questionar, articular questões centrais para a agenda educacional. Enriquecer a mobilização a partir da interação com os conselhos e de uma melhor relação com CONSED e UNDIME é algo muito especial. Podemos mergulhar na agenda da mobilização a partir de um desenho que permita mais clareza dos objetivos e articulações múltiplas", complementou a presidenta do FNCE, que se comprometeu a levar a discussão para o FNCE.

A coordenadora da MSE, Ivanete Oliveira, destacou como sendo a primeira vez, nos últimos três anos, que se faz uma reunião tão qualificada e tão ampla com os parceiros, com contribuições tão significativas vindas de diferentes lugares, o que será importante para fortalecer a agenda.

O Assessor Especial, Walisson Araújo, destacou que a reunião com os atores estratégicos da mobilização é mais uma estratégia para que seja construída uma síntese propositiva: "A presente reunião e todas as contribuições oferecidas se somarão aos acumulados da equipe no MEC e aos trabalhos de consultorias, todos aportes fundamentais para conferir maior clareza conceitual e estratégica em torno da MSE e possibilitar maior institucionalidade na agenda. Ao mesmo tempo o envolvimento e uma maior articulação com os conselhos, dirigentes e fóruns de educação só fortalecerá o trabalho", disse. Walisson Araújo também julgou muito convergente a leitura de que é fundamental que os conselhos escolares sejam mais considerados e mais ativados, inclusive com uma maior aproximação com a SEB.

Para Walisson, "o PNE é algo muito central, conquista da sociedade, e que deve ser instrumento de gestão mas, também, de mobilização social. Precisamos envidar esforços para que os desafios educacionais para a década sejam apropriados por todos e cada um, como ferramenta de trabalho, de diálogo e para o exercício do controle social. Popularizá-lo e colocá-lo no centro é um grande desafio", projetou Walisson, da SASE.

O representante da União dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), Elcivan França, sugeriu aproximar os comitês da MSE com os Conselhos Municipais de Educação (CME) que, para ele, contribuirá para uma atuação mais equilibrada entre sociedade civil e governo, em função da mobilização das famílias, que precisam ser valorizadas administrativo e pedagogicamente nos espaços de participação, como nos conselhos escolares e nos CMEs.

Para a procuradora de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e representante da Comissão Permanente de Educação (Copeduc), órgão do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Justiça, Cátia Vergara, "a Mobilização Social deve fortalecer a participação social efetiva das famílias para garantir voz ativa nos momentos de decisão, construindo processos participativos que concretizem a gestão democrática na educação".

O membro do Comitê de Mobilização do Rio Grande do Norte, Geraldo Wanderley, defendeu que os comitês "ampliem os assuntos abordados no diálogo com as famílias", com destaque para o PNE, como também trabalhar para "envolver e comprometer os gestores com a implementação das metas do plano".

Tatiana Capitanio, do Instituto Votorantim, e Valnice Sousa, da Universidade Estadual da Bahia (Uneb), defenderam a ampliação do público alvo do MSE, incluindo crianças e adolescentes, com a utilização de metodologia participativa, com estratégias lúdicas, e o uso das ferramentas virtuais no trabalho de mobilização.

O Secretário da SASE, Binho Marques, encerrou a atividade agradecendo todas as importantes contribuições, reafirmando que será elaborado um bom relatório da agenda que circulará entre os parceiros antes de ser publicado. Também indicou a possibilidade de realização de um encontro ou seminário mais ampliado que possa aprofundar algumas discussões conceituais e avançar na agenda.

Participaram e contribuíram na discussão: Sergio Maia, representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); Denise Andrade, da Associação de Solidariedade Internacional (ESSOR); Romi Bencke, do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), Moacir Tuleski e Elizabeth Pereira dos Comitês de Mobilização do Paraná e de Goiás, respectivamente. Além de representantes das regiões do país que veem desenvolvendo atividades no âmbito do Plano de Mobilização Social pela Educação acompanharam e colaboraram nas discussões o CONSED, representado pela Secretária Fátima Gavioli, e a UNDIME, representada pela Assessora Vanelle Oliveira.


Texto e imagens: Portal do PNE

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Reunião discute redimensionamento do Plano de Mobilização Social pela Educação

Representantes de instituições parceiras do Plano de Mobilização Social pela Educação (PMSE) e de Comitês de Mobilização das cinco regiões do País vão se reunir, nesta terça-feira, 1º de dezembro, com o secretário de  secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino, Binho Marques (SASE/MEC) e com a coordenação do PMSE no Ministério da Educação, em Brasília. O encontro tem como finalidade construir, coletivamente, propostas para aperfeiçoar e redimensionar a atuação do Plano.

Para a coordenadora do PMSE no MEC, Ivanete Oliveira dos Santos, a reunião é uma oportunidade para renovar o Plano de Mobilização Social pela Educação.  “Com sete anos de atuação, o PMSE alcançou diversas localidades e conquistou muitos parceiros, mas sempre é importante avaliar o que estamos fazendo para que possamos avançar ainda mais”, explicou. Além disso, a mudança da Coordenação do PMSE para a Secretaria de Articulação de Sistemas de Ensino (SASE) fez com que o Plano de Mobilização incorporasse novos objetivos e desafios.

“No segundo semestre deste ano, passamos a fazer parte da estrutura da SASE. Nessa transição, para que possamos alinhar o PMSE aos objetivos e temas dessa Secretaria – entre eles, o Plano Nacional de Educação (PNE) –, é necessário realizar um balanço do que vem sendo feito e do que podemos fazer”, complementou a coordenadora.

Por meio do encontro com parceiros e mobilizadores, a equipe do PMSE no MEC busca reunir sugestões e experiências que contribuam para esse redimensionamento do Plano. “Nosso objetivo é promover uma escuta qualificada sobre a agenda de Mobilização Social pela Educação, seus resultados, conteúdos, limites e possibilidades”, apontou Ivanete. 

Entre os participantes, estarão presentes na reunião representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), do Instituto Votorantim e da Associação de Solidariedade Internacional (ESSOR). Foram convidados a participar, ainda, membros da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME), do Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED), da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME), do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais (FNCE), e do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Mobilizadores de Icatu (MA) incentivam envolvimento das famílias e da comunidade na educação

Conscientizar cada cidadão sobre o valor da educação e sobre o papel das famílias, das autoridades e dos representantes de segmentos organizados na busca pela garantia do direito de aprender e de qualidade para o ensino público. Segundo a mobilizadora Lúcia Vidal, esse é o objetivo das ações desenvolvidas pelo Comitê de Icatu (MA), que comemorou, no dia 26 de agosto, o seu quarto aniversário.

Educadores, alunos e membros da comunidade das
escolas da sede e dos povoados de Icatu participaram
da passeata e demais ações da IV Semana de Mobilização
A celebração da data foi marcada pelas atividades da IV Semana Municipal de Mobilização Social pela Educação, instituída pela Lei nº 294, de 2012. Durante a Semana, realizada de 20 a 26 de agosto, escolas da rede municipal e estadual da sede e dos 12 povoados de Icatu promoveram ações com o objetivo de aproximar as famílias do cotidiano escolar. Visitas às residências dos alunos, peças teatrais, gincanas, momentos de leitura, distribuição de prêmios aos familiares mais participantes, exibição de vídeos educativos, bem como palestras conduzidas por conselheiros tutelares e mobilizadores sobre a importância da interação família-escola estiveram na programação das unidades de ensino.

Mobilizadores confeccionaram cartazes e faixas com mensagens
sobre a importância da interação família-escola
Para encerrar a Semana de Mobilização, os membros do Comitê de Icatu organizaram grande passeata pela cidade maranhense, com a participação de representantes de todas as escolas da sede do município e da zona rural. Além dos educadores, estudantes e suas famílias, estiveram presentes na caminhada representantes da Prefeitura Municipal, da Câmara de Vereadores, da Secretaria Municipal de Educação e das secretarias de Cultura, Meio Ambiente e Agricultura, bem como lideranças das igrejas Católica, Assembleia de Deus, Adventista do 7º Dia, Batista Tropical e Graça e Vida. A passeata contou com a participação, ainda, de membros da Comissão de Mobilização do Plano Municipal de Educação, do Fórum Municipal de Educação, do Conselho Municipal de Educação e da Academia de Letras de Icatu.

Representantes de diversos segmentos sociais participaram
da passeata de encerramento da Semana de Mobilização
Para a mobilizadora Lúcia Vidal, a divulgação de mensagens de sensibilização sobre a importância da interação família-escola-comunidade foi o destaque da caminhada. “Mais uma vez, o ponto alto da passeata foi a confecção de cartazes com bastantes mensagens reflexivas”, ressaltou. A mobilizadora também apontou como destaque a biblioteca montada na praça da cidade que disponibilizava livros para as crianças.

Segundo Lúcia, as ações da Semana foram bem-sucedidas. “Foi um sucesso. O Comitê agradece a todos os parceiros nessa luta”, disse.

Com informações de Lúcia Vidal, mobilizadora Social pela Educação em Icatu (MA).

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

20 de novembro: Dia da Consciência Negra

O dia 20 de novembro foi consagrado como data de sensibilização nacional para conquista de direitos e de valorização da história e cultura da população negra pela Lei 12.519, de 2011. A data lembra o dia em que Zumbi dos Palmares foi assassinado, em 1695.

“O Dia Nacional da Consciência Negra é uma data para reflexão, discussão e para comemorar a presença negra na sociedade brasileira e sua grande participação na constituição do nosso país", declara a ministra das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, Nilma Lino Gomes. 

Mais de mil municípios já decretaram o dia de reverência a Zumbi dos Palmares como feriado municipal. Com inúmeras atividades de reflexões, debates e mobilizações, o Dia Nacional da Consciência Negra envolve grande parcela da sociedade brasileira em torno dos ideais de igualdade racial e respeito à diversidade. 

“Hoje essa data tem significado mais profundo para a sociedade brasileira. A gente para um momento para discutir os limites e os avanços da superação do racismo em nossa sociedade. É um momento para analisarmos como essas políticas têm avançando ou não para pensarmos em novas ações, tanto nas esferas municipal, estadual e federal, além de outras instâncias”, considera a ministra. 

Vídeos estrelados por crianças discutem consciência negra

Uma campanha com sete vídeos que abordam o preconceito circula, nesta semana, no portal do Ministério da Educação, na TV Escola e na Rede Minas. A ação marca a Semana Nacional da Consciência Negra e busca despertar o ambiente escolar para debater a discriminação.

Os recados são dados por crianças de 11 e 12 anos, todas de escolas públicas, que entram em cena para falar de temas como pele, cabelo crespo e políticas. O conceito da ação foi desenvolvido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC. Os vídeos foram realizados pela Rede Minas.



quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos é divulgada a assistentes sociais de Ilhéus (BA)

Participantes da Conferência de Assistência Social em Ilhéus
receberam exemplares da cartilha
As orientações da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos foram divulgadas aos participantes da X Conferência Municipal de Assistência Social de Ilhéus, realizada no dia 15 de setembro. A apresentação foi conduzida pelo integrante do Comitê de Mobilização de Ilhéus, Vandilson Gomes.

Durante sua exposição, Vandilson – que é coordenador de abordagem do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua – destacou a importância de mobilizar a comunidade em prol de melhorias para a Educação. O mobilizador também conversou com os participantes sobre o Plano Nacional de Educação e distribuiu exemplares da cartilha.

O membro do Comitê de Mobilização de Ilhéus,
Vandilson Gomes (em pé, à direita), divulgou a mensagem
da cartilha durante a Conferência
Além de assistentes sociais, a Conferência contou com representantes de diversos setores da sociedade. “A Conferência é o momento de toda a sociedade, sejam os assistidos pelos programas, funcionários, poder público, membros de associações, discutirem as linhas gerais para o melhoramento dos serviços prestados”, informou o secretário de Desenvolvimento Social de Ilhéus, Jamil Chagouri Ocké.



Com informações de Vandilson Gomes, mobilizador social pela Educação em Ilhéus (BA).

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Contribuições para Base Nacional Comum Curricular podem ser enviadas até 15 de dezembro

O documento de referência da Base Nacional Comum Curricular (BNC) está disponível para consulta pública no site da BNC até dia 15 de dezembro. As contribuições podem ser realizadas de forma individual; por meio das redes, que sistematizam discussões e propostas de professores, comunidade e demais profissionais da educação; e a partir de organizações, como instituições de educação superior e grupos da sociedade civil.

A consulta pública tem como objetivo promover um amplo entendimento, com a participação de professores e estudantes, escolas e secretarias de educação, associações profissionais e sociedades científicas, pesquisadores e pais, sobre os conhecimentos aos quais todos os estudantes brasileiros têm o direito de ter acesso durante a sua trajetória na educação básica. A partir das contribuições oferecidas, o texto preliminar da BNC será revisto para se transformar na proposta final do Ministério da Educação para a Base Nacional Comum Curricular.

O que é a Base Nacional Comum Curricular? 

A Base Nacional Comum Curricular (BNC) vai deixar claro  os conhecimentos essenciais aos quais todos os estudantes brasileiros têm o direito de ter acesso e se apropriar durante sua trajetória na Educação Básica, ano a ano, desde o ingresso na Creche até o final do Ensino Médio. Com ela os sistemas educacionais, as escolas e os professores terão um importante instrumento de gestão pedagógica e as famílias poderão participar e acompanhar mais de perto a vida escolar de seus filhos.

A Base será mais uma ferramenta que vai ajudar a orientar a construção do currículo das mais de 190 mil escolas de Educação Básica do país, espalhadas de Norte a Sul, públicas ou particulares.

Com a BNC, ficará claro para todo mundo quais são os elementos fundamentais que precisam ser ensinados nas Áreas de Conhecimento: na Matemática, nas Linguagens e nas Ciências da Natureza e Humanas.

A Base é parte do Currículo e orienta a formulação do projeto Político-Pedagógico das escolas, permitindo maior articulação deste. A partir da Base, os mais de 2 milhões de professores continuarão podendo escolher os melhores caminhos de como ensinar e, também, quais outros elementos (a Parte Diversificada) precisam ser somados nesse processo de aprendizagem e desenvolvimento de seus alunos. Tudo isso respeitando a diversidade, as particularidades e os contextos de onde estão.

A Base é uma conquista social. Sua construção é crucial para encontrarmos um entendimento nacional em torno do que é importante no processo de desenvolvimento dos estudantes brasileiros da Educação Básica. Entender seu real significado e participar da sua construção é direito e dever de todos.


Fonte: site da BNC

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Ações de mobilização das famílias e da comunidade pela educação avançam em Itajaí (SC)

Educadores, alunos e familiares participaram das ações da
Semana Municipal de Mobilização Social pela Educação
O Comitê de Interação entre Família, Escola e Sociedade Organizada de Itajaí (CIFESO), com o apoio da Secretaria Municipal de Educação (SME), vem intensificando as ações de mobilização das famílias e da comunidade em prol de melhorias para a educação na cidade catarinense. Por meio do Programa Educação em Família, da SME, o CIFESO promove mensalmente reuniões com mobilizadores para formação e planejamento de atividades, que são desenvolvidas nas escolas da rede municipal.

Escolas realizaram diversas ações para aproximar
as famílias 
Entre as ações realizadas pelo Comitê e pela SME, estiveram as atividades em comemoração à Semana Municipal de Mobilização Social pela Educação, instituída pela Lei Municipal nº 6634, de 14 de janeiro de 2015. De 14 a 19 de setembro, as unidades de ensino de Itajaí promoveram ações de acolhimento aos pais e responsáveis, bem como palestras e atividades lúdicas com o intuito de aproximar a família e a comunidade da escola.

Além dos eventos nas escolas, o Comitê, com o apoio de educadores e alunos, realizou passeatas e blitz educativas em oito pontos da cidade, dialogando sobre a mensagem da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos e distribuindo adesivos para serem afixados nos veículos. 

Blitz educativas fizeram parte da programação da Semana
de Mobilização
“Foram distribuídos pela cidade três mil cartilhas, cinco mil adesivos pequenos e mil grandes que foram colocados em carros da população e nos carros oficiais e coletivos de Itajaí”, conta a presidente do CIFESO, Nádia Regina Machado.

As entidades religiosas de Itajaí também foram convidadas a se envolver nas ações da Semana. “Foram enviados ofícios para todas as entidades religiosas pedindo que conversassem com seus fiéis sobre a importância dos pais acompanharem a vida escolar dos seus filhos”, apontou Nádia. 

A mensagem da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus
filhos
foi levada a diversos pontos da cidade
A mobilizadora destacou, ainda, a divulgação feita por emissoras de TV e rádio locais, bem como pela página na internet da Prefeitura de Itajaí, que produziram chamadas e reportagens sobre a Semana de Mobilização e os benefícios da interação família-escola.

“Recebemos inclusive uma homenagem da Câmara de Vereadores pelo trabalho de mobilização de uma cidade inteira”, relatou a presidente do Comitê.

Com informações de Nádia Regina Machado, mobilizadora social pela Educação em Itajaí (SC).

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Projeto de Lei para instituir Semana da Mobilização Social pela Educação é apresentado em Roraima

Promover ações que aproximem a comunidade e familiares de alunos da escola é um dos objetivos da Semana Estadual de Mobilização Social pela Educação em Roraima, conforme estabelece o Projeto de Lei nº 049/2015, de autoria da deputada estadual Ângela Águida Protella. O Projeto foi apresentado na Assembleia Legislativa de Roraima no dia 28 de setembro e seu lançamento contou com o apoio do Comitê de Mobilização do estado.

Representantes de diversos segmentos sociais participaram
do lançamento do Projeto de Lei na Assembleia Legislativa
Além de membros do Comitê, participaram do evento representantes do Tribunal de Justiça de Roraima, do Juizado da Infância e Adolescência de Roraima, do Conselho Estadual da Criança e do Adolescente, da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Boa Vista e da Secretaria Municipal de Educação de Boa Vista, entre outros. De acordo com o Projeto, as ações da Semana de Mobilização em Roraima serão realizadas na segunda semana de setembro.

“Segundo a deputada, esse mês foi escolhido por nele ser também comemorado o aniversário do Patrono da Educação Brasileira, Paulo Freire (nascido em 19 de setembro). O objetivo do projeto é que na segunda semana de setembro as escolas realizem programações que mobilizem as famílias dos alunos das escolas da rede de ensino estadual, municipal e privada”, explicou o professor e mobilizador social pela Educação, Benone Costa Filho.

Participantes do evento de lançamento do Projeto de Lei que
institui a Semana da Mobilização Social pela Educação
em Roraima
A deputada Ângela Águida enfatizou a importância de estimular a colaboração mútua entre família e escola. “Família e escola não fazem nada sozinhas. A presença dos pais na escola colabora com múltiplos aspectos escolares, inclusive o disciplinar. É uma importante ferramenta para o professor se achegar ao aluno, compreendê-lo, entender a sua realidade. Porque muitas vezes o comportamento do aluno em sala de aula é reflexo das experiências familiares”, refletiu.  

Saiba mais sobre o lançamento do Projeto de Lei no site da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR)

Com informações do mobilizador Benone Costa Filho e do site da ALE-RR. 

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Macaé (RJ) incentiva criação de conselhos escolares e participação das famílias

Escolas de Macaé implantaram conselhos escolares
(foto: Juranir Badaró / Site da Prefeitura de Macaé)
Com o intuito de aumentar a participação da comunidade e dos familiares de alunos no cotidiano dos estudantes e de fomentar a criação de conselhos escolares, as escolas municipais de Macaé (RJ) realizaram, nos meses de agosto e setembro, atividades para sensibilizar a população sobre a importância do envolvimento de todos em busca de melhorias para a educação. Entre as ações, as unidades de ensino promoveram passeatas nas ruas das escolas e conversaram com a comunidade sobre a mensagem da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos.

Organizadas pelas escolas, as atividades foram apoiadas pela Secretaria Municipal de Educação de Macaé e têm seus objetivos alinhados com o Plano de Mobilização Social pela Educação e com o Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares. Além de orientar a participação da família na escola, as ações também abordam temas como direitos da criança, proteção ao meio ambiente, paz e cidadania.

Segundo a mobilizadora e coordenadora dos conselhos escolares, Márcia Alves Corrêa, as atividades foram bem-sucedidas. “Entre os resultados da atividade, verificamos maior participação da família no acompanhamento da vida escolar dos alunos da Rede Municipal de Ensino de Macaé e mobilização da população pela paz e pelo meio ambiente”, apontou.

Saiba mais sobre as atividades de mobilização e a implementação de conselhos escolares no município fluminense na página da Prefeitura de Macaé.  

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Interação família-escola-comunidade é incentivada em escolas de Anápolis (GO)

Por meio de palestras conduzidas pela mobilizadora e missionária capelã Elisabete Pereira, escolas do município goiano de Anápolis vêm incentivando o debate sobre a importância do envolvimento dos familiares no cotidiano escolar. Além de pais e mães de alunos, as atividades contam com a presença de gestores e professores das instituições de ensino.

Familiares e professores debateram formas de melhorar o
aproveitamento do ensino no CE Leiny Lopes de Souza
No Colégio Estadual Leiny Lopes de Souza, no dia 30 de setembro, a mobilizadora expôs aos participantes da palestra as orientações da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos e distribuiu exemplares da publicação. O evento também teve como finalidade divulgar o Plano de Mobilização Social pela Educação (PMSE) à comunidade, convidando a sociedade civil, igrejas e demais lideranças locais a participarem das ações de mobilização.

As orientações da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus
filhos
foram apresentadas durante a reunião
Durante a atividade, os participantes também dialogaram sobre as dificuldades das famílias no acompanhamento da vida escolar dos estudantes e discutiram maneiras de solucionar esses desafios. Segundo Elisabete, o diferencial da ação no Colégio foi a participação dos professores da unidade de ensino.

“Seria apenas uma das muitas reuniões com os pais para divulgação da Cartilha, mas todos os professores participaram e assim foi muitíssimo gratificante, porque os grupos interagiram e acordos de colaboração entre as partes, para melhoria da educação, foram realizados”, comemorou.

Participantes da palestra no Colégio Estadual Quadrangular
Evento semelhante foi realizado no Colégio Estadual Quadrangular, no dia 16 de setembro. Na oportunidade, a mobilizadora expôs aos participantes da palestra as orientações do PMSE e incentivou o debate sobre a mensagem da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos. A ação foi organizada por Elisabete em parceria com a gestora do Colégio, Jackeline Macedo.

A mobilizadora Elisabete Pereira mostrou-se satisfeita com os resultados da atividade e destacou a importância desse tipo de ação. “Não é possível acreditar numa educação melhor sem que se faça algo em favor da escola e das famílias, ainda que seja um simples gesto. Toda construção é formada por muitos tijolos. Felizmente fazemos parte desta construção”, refletiu. 

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Premiação instituída pelo MEC reconhece ações de enfrentamento das desigualdades sociais

Estão abertas até 23 de dezembro as inscrições para o Prêmio Desenvolvimento Educacional Inclusivo, instituído pelo Ministério da Educação – MEC, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão – SECADI. A ação é conjunta com a Organização dos Estados Ibero-americanos e tem como objetivo identificar experiências de gestão voltadas ao desenvolvimento educacional inclusivo de crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social. 

No Brasil, o foco será as ações desenvolvidas em parcerias com os Estados, Municípios e o Distrito Federal para o acompanhamento do acesso e permanência dos estudantes beneficiários do programa Bolsa Família e alunos com deficiência do Programa de Benefício da Prestação Continuada (BPC).  

O prêmio abrange duas categorias: uma de secretarias de educação que reúne experiências de gestão no âmbito das redes de ensino municipal, estadual e ainda do Distrito Federal e também a categoria Escolas Públicas, que representa as escolas públicas de educação básica. Ambas são voltadas para a formulação de estratégias e ações de inclusão escolar de estudantes em situação de vulnerabilidade. 

As condições para participação no concurso, a apresentação da experiência, a definição das categorias e também o processo de seleção, bem como os prêmios a serem concedidos aos vencedores estão no regulamento do concurso no site: pdei.mec.gov.br

Com informações da Central de Mídia do Ministério da Educação

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Conheça as redações vencedoras do Concurso Tempos de Escola 2015

Ilustração: Blog Educação
Incentivar a escrita e a reflexão sobre o valor da educação para o desenvolvimento pessoal e da sociedade é o grande mote do Concurso Tempos de Escola – CTE, uma iniciativa do Instituto Votorantim, em parceria com o Ministério da Educação – MEC e o Canal Futura, que premia redações de alunos dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas dos municípios participantes do Parceria Votorantim pela Educação – PVE. Em sua sétima edição, o Concurso recebeu 5.345 redações, que registraram histórias, relações e experiências referentes ao universo escolar. 

“O Concurso Tempos de Escola convidou crianças e jovens a refletirem sobre a importância da participação de suas famílias, comunidades e escolas na sua formação. A aproximação entre família e escola é essencial para a melhoria da qualidade da educação no Brasil”, diz Tatiana Silva Capitanio, responsável pelo Programa no Instituto Votorantim.

O tema da edição deste ano, “Grandes atitudes pela educação”, remete à campanha 5 Atitudes pela Educação, promovida pelo movimento Todos pela Educação, parceiro do PVE na mobilização social pela melhoria da educação em todo o país. Segundo Camilla Salmazi, Gerente de Comunicação do Todos pela Educação, o tema tange a importância da relação entre família e escola para o processo de aprendizagem. “A aproximação família-escola é imprescindível para ajudar nossas crianças e jovens a aprenderem cada vez mais e por toda a vida. São atitudes simples, mas que se incorporadas no dia a dia tanto pela família quanto pela escola – e por toda a sociedade – fazem muita diferença na garantia de educação básica de qualidade para todos e em todo o Brasil”.

Após avaliação da Comissão Julgadora, formada por representantes do Instituto Votorantim, do Todos pela Educação, do Ministério da Educação – MEC, do Canal Futura e da Comunidade Educativa CEDAC, foram selecionados os alunos cujas redações se destacaram em nível nacional e municipal.

Confira aqui os alunos vencedores do Concurso Tempos de Escola 2015. As redações que foram destaque nacional podem ser lidas neste link

Saiba mais sobre a edição de 2015 do Concurso Tempos de Escola no Blog Educação.

Com informações do Blog Educação

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Mobilizadores de Diadema (SP) promovem palestras para incentivar interação família-escola-comunidade

Clique na imagem para visualizar mais
informações sobre o evento na Vila Nogueira
Neste sábado, 17 de outubro, os mobilizadores sociais pela Educação de Diadema (SP) promovem, no bairro Vila Nogueira, uma série de palestras com o intuito de aproximar as famílias e a comunidade do cotidiano escolar. A atividade é direcionada a membros da comunidade, familiares de alunos e profissionais do ensino de escolas e creches da região.

Além de oferecer orientações aos familiares e à comunidade para que se envolvam mais ativamente na vida escolar de crianças e adolescentes, a programação do encontro inclui exposições sobre a atuação do Conselho Tutelar, o trabalho com crianças com deficiência e os ensinamentos de Paulo Freire. Durante a atividade, haverá, ainda, debate sobre a mensagem da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos e distribuição de exemplares da publicação.

Um dos mobilizadores responsáveis pela organização do evento, Fábio Borges, destacou que os voluntários locais pretendem ampliar a divulgação da Mobilização Social pela Educação no município e região. “Aos poucos, vamos adquirindo conhecimento e amadurecimento no processo de mobilização e, com isso, sempre estaremos em uma crescente na divulgação a todas as comunidades da importância do acompanhamento na vida escolar das crianças”, afirmou.

Ação no Bairro do Eldorado

Mobilizador Fábio Borges conduziu palestra no evento no
bairro do Eldorado, em Diadema
Atividade semelhante à programada para este sábado na Vila Nogueira foi realizada no dia 19 de setembro, no bairro do Eldorado, em Diadema. Na ocasião, cerca de 40 participantes, entre membros da comunidade e representantes do Conselho Municipal de Educação, da Secretaria Municipal de Educação e da Câmara de Vereadores, estiveram reunidos no salão da Paróquia de Nossa Senhora dos Navegantes e debateram sobre a importância da participação de todos na busca de melhorias para a educação.

Para a mobilizadora e psicopedagoga Wilma Aparecida Miranda, o evento contribuiu para melhorar o diálogo dos profissionais da educação com a comunidade. “Além de falarmos sobre o projeto [o Plano de Mobilização Social pela Educação], realizamos palestras sobre os direitos e deveres dos cidadãos, sobre Conselho Tutelar. É a oportunidade de apresentarmos nossos objetivos e de ouvir da população as expectativas sobre a educação na cidade”, ressaltou.

Participantes da atividade receberam exemplares da cartilha
Acompanhem a vida escolar dos seus filhos
Durante o evento, o vereador Wagner Feitoza apresentou Projeto de Lei elaborado pelo mobilizador Fábio Borges, com o apoio dos demais mobilizadores locais, para instituir em Diadema o Dia e a Semana Municipal de Mobilização Social pela Educação. “Estamos criando também um estatuto, para deixar o projeto mais robusto. Acreditamos que tem tudo para dar certo. Diadema tem um excelente grupo de profissionais da educação, e temos certeza que a cidade vai voltar a ser referência educacional”, apontou Fábio.

Leia mais sobre o evento de Mobilização no bairro do Eldorado na página do Diário Regional

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Obrigado, professores e professoras!

Neste Dia dos Professores, a equipe do Plano de Mobilização Social pela Educação agradece os profissionais de ensino de todo o Brasil que, apesar de todas as dificuldades, mantêm firme sua trajetória em busca da formação de cidadãos que possam tornar o País melhor e com menos desigualdades. Entendemos que reconhecer e valorizar o trabalho do professor é a melhor forma de homenageá-los.

Parabenizamos, em especial, aqueles que, além de educadores, são também mobilizadores, e incentivam a participação das famílias e da comunidade como forma de melhorar o aproveitamento do ensino e a qualidade da educação.

Para refletirmos sobre a data, vale relembrar as palavras do grande educador Paulo Freire:

"A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios (...). Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda".

E, como diria Cora Coralina: "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina". 

Parabéns, professoras e professores!

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Escola de Espigão d’Oeste (RO) incentiva envolvimento da comunidade no cotidiano dos alunos

Educadores e alunos conversaram com condutores
 de veículos e outras pessoas que passavam pela avenida 7 de
setembro, em Espigão d'Oeste, sobre a importância do
acompanhamento da vida escolar de crianças e jovens
Com o intuito de conscientizar familiares de alunos e membros da comunidade sobre a importância do envolvimento de todos no cotidiano escolar, a Escola Municipal Simone Moura Rosa, localizada em Espigão d’Oeste (RO), promoveu, no dia 26 de setembro, um “Pit Stop” na cidade rondoniense. A atividade contou com a participação da diretora da escola, Sonia Lima, bem como de professores e alunos da unidade de ensino.

Durante a ação, os educadores distribuíram panfletos confeccionados pela instituição com orientações para que os pais acompanhem o dia a dia dos estudantes. Para a diretora da EM Simone Moura Rosa, é importante atrair os familiares para a escola, pois participação deles contribui para a melhoria do aproveitamento do ensino.

A ação também contou com exposição de faixa sobre a
mobilização promovida pela EM Simone Moura Rosa
“Temos como tema a Mobilização Social pela Educação, para que os pais ou responsáveis venham visitar a escola de seus filhos, conversem com os professores para saberem como está o dia a dia do seu filho, para que os pais leiam os bilhetes e avisos enviados pela escola e  participem das reuniões para discutir sobre novas metodologias, visando a melhoria  no rendimento  escolar dos alunos ”, destacou.

Saiba mais e veja outras imagens da ação no site da Prefeitura Municipal de Espigão d’Oeste

Com informações e imagens do site da Prefeitura Municipal de Espigão d'Oeste.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Documento reúne indicadores que permitem acompanhar metas do Plano Nacional de Educação

Indicadores selecionados pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) estão reunidos no trabalho Plano Nacional de Educação 2014-2024: Linha de Base, que está no ar desde quarta-feira, 30 de setembro, na internet. O documento reúne dados adequados ao acompanhamento do PNE.

A linha de base atende ao que estabelece o artigo 5º da Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014 [Lei do PNE], parágrafo 2º, que atribui ao Inep o papel de realizar estudos para aferir a evolução das metas do plano. O documento consiste em análise descritiva de séries históricas de 36 indicadores.

Os dados analisados servem como referência para a observação de fatores como desigualdades regionais, raça e cor, renda e sexo, além de diferenças educacionais entre as áreas rural e urbana. “O trabalho subsidia a tomada de decisões institucionais”, diz o presidente do Inep, Chico Soares. “São indicadores que nos permitem verificar que grande parte das desigualdades persiste, mas vêm diminuindo.”

O objetivo do documento é subsidiar instâncias de controle, como as comissões de educação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, além do Conselho Nacional de Educação (CNE) e do Fórum Nacional de Educação, formado por instituições da sociedade civil. Para o MEC, o estudo sinaliza a tendência durante o período de vigência do Plano (2014-2024) e sugere onde atuar de forma mais específica e incisiva com vistas à próxima década.

A publicação também serve como referência para estados e municípios na elaboração dos respectivos planos de educação.


Fonte: Portal do MEC, com informações do Inep

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Enem: Famílias de candidatos devem dar apoio e evitar cobranças e pressão

Para conciliar estudo e trabalho, o brasiliense Lucas Martins, 17 anos, encontra em casa o apoio necessário na preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A mãe de Lucas, Maria da Glória Martins, cuida das refeições e do ambiente para o filho estudar.

Além das aulas, Lucas faz estágio como menor aprendiz. “Estudo de manhã e trabalho à tarde. Se não fosse o apoio da minha mãe, ficaria perdido, sem ter ideia de por onde começar”, disse o estudante.

De acordo com Maria da Glória, o filho aproveita todos os intervalos para estudar. “Quando ele chega em casa, tem comida pronta, quentinha. Depois do almoço, ele estuda até a hora de ir para o trabalho”, afirmou. “A gente faz qualquer coisa, está do lado dele, dando apoio, incentivando porque é o futuro dele que está em jogo.”

Para o professor Rafael Batista, a família deve participar da preparação dos estudantes. “É importantíssimo que a família esteja com o candidato, que dê confiança”, disse. “O candidato não pode se sentir pressionado, cobrado demais porque já existe um peso muito grande nessa trajetória.”

Batista explica que a família ajuda ao oferecer a estrutura para o jovem estudar. “É importante que a família consiga sempre garantir um espaço adequado para o estudante, com silêncio, lugar para os livros”, destacou. “No dia da prova, a família precisa estar junto e fazer a rotina da casa se adequar à das provas.”

A rotina de Lucas nos dias do Enem já foi planejada pela família, desde o transporte até a hidratação. “No dia do Enem, o pai dele vai levá-lo, uma hora antes; ele vai levar lanche, água e suco”, disse Maria da Glória.

As provas do Enem serão realizadas nos dias 24 e 25 deste mês.

Acesso — O Exame Nacional do Ensino Médio é um mecanismo de democratização do acesso às políticas públicas de educação. Com a nota obtida no Enem, o estudante pode tentar vaga na educação superior por meio do Programa Universidade para Todos (ProUni), que permite a estudantes brasileiros de baixa renda obter bolsas de estudos integrais e parciais (50% da mensalidade) em instituições particulares de educação superior. O resultado também é requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), participar do programa Ciência sem Fronteiras e ingressar em vagas gratuitas dos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Estudantes maiores de 18 anos podem também obter a certificação do ensino médio por meio do Enem.

Leia mais no Portal do MEC